Neste capítulo a autora ,mostra as emoções básicas que sentimos e a ruminação, preocupação e a repressão como desafios para desenredar.
No entanto, cinco delas; a raiva,medo,tristeza,desprezo e a aversão - estão claramente na extremidade não tão confortável do espectro afetivo (a "surpresa" pode estar em qualquer um dos dois lados).
Qual o significado do fato de a maior parte das nossas emoções refletirem o lado sombrio da experiencia humana? O fato de tantas emoções serem perturbadoras e, no entanto, suficientemente uteis para nos ajudar a sobreviver à seleção natural, não significaria que até mesmo os sentimentos sombrios e penosos têm um proposito? Não seria então esse o motivo pelo qual não deveríamos tentar evitá-los e sim aceitá-los como uma parte útil embora, as vezes desconfortáveis de nossas vidas".
Repressão - o problema com a repressão é que desconsidera emoções perturbadoras e não permite chegar a raiz do que quer esteja causando.
As pessoas reprimidas tentam se desenredar pondo as emoções de lado e prosseguindo com a vida.
Ruminadores - Quando capturados por sentimentos desconfortáveis, os ruminadores esquentam a cabeçá com a sua própria aflição, jogando incessantemente lenha na fogueira.
Os ruminadores não conseguem superar e lutam para compartimentalizar enquanto ficam obcecados por uma dor, um fracasso percebido, uma deficiência ou uma ansiedade.
A ruminação é prima da preocupação . Ambas são muito focada em si própria e envolvem tentar viver em outro momento que não o agora . Mas enquanto a preocupação olha para a frente, a ruminação olha para trás, um exercício ainda mais inútil.
O lado positivo da raiva e de outras emoções desafiantes. Segundo a Autora, fingir que estamos mais felizes do que estamos de fato é uma proposição perdedora,e força-se a ser "genuinamente" mais felizes é decididamente autodestrutivo. Isso acontece em parte porque gera expectativas inatingíveis e em parte porque nossos falsos sorriso e a ânsia de agarrar todo o entusiasmo nos privam dos benefícios das emoções "negativas".
Nossos sentimentos primitivos podem ser os mensageiros que precisamos para nos ensinar coisas a respeito de nós mesmos e podem encorajar lampejos de importantes orientações na vida.
CAPÍTULO 4.
OLHAR DE FRENTE.
Neste capítulo, é mostrado o desafio de olhar nossos problemas de frente como única maneira de resolver. Disse ela : na vida moderna, frequentemente nos encontramos na borda dos nossos próprios lugares escuros que são ainda mais aterrorizantes por estarem dentro de nós. Às vezes, esses lugares estão repletos de demônios; às vezes há apenas pequenos duendes escondidos nos cantos. No entanto, quer as criaturas representem traumas importantes ou apenas constrangimentos secundários, coisas aterrorizantes ou bobagens, elas podem nos manter enredados.
Os nossos demônios ocultos são simplesmente resíduo da insegurança, da falta de confiança e do medo de fracasso perfeitamente comuns e quase universais.
"Olhar de frente não é um exercício heroico da vontade, mas é simplesmente olhar nos olhos dos nossos atormentadores e dizer: "Muito bem. Você está aqui e eu estou aqui. Vamos conversar. Como sou grande o bastante para conter todos os meus sentimentos e experiência passadas, sou capaz de aceitar todas essas facetas da minha existência sem ficar arrasado ou aterrorizado"
Aprender a enxergar e aceitar integralmente o nosso eu, com todas imperfeições, ajuda a lembrar de algo que todos os nossos neróis e heroínas favoritos têm em comum: eles estão longe de ser perfeitos.
CAPÍTULO 5.
AFASTE-SE.
O modo automático como vivenciamos todas as situações na vida , nos afasta da verdadeira capacidade que temos de resolver os problemas e por causa disso ficamos enrendados. É sobre isso que a autora discorre neste capítulo.
Monges e místicos recorrem desde tempos imemoriais a práticas como a meditação para dissolver a fusão entre pensamento e o pensador, o impulso e a ação, libertando a mente de algumas das suas restrições mais rígidas e de suas interpretações distorcidas.
A ideia era que a mente indisciplinada se distrai facilmente, oscilando para trás e para a frente no tempo, envolvendo-se com memórias que "empurram" do passado e projeções que "puxam" do futuro.
É somente quando estamos plenamente no presente,completamente sintonizados com o "agora". que podemos lidar com o momento de uma maneira emocionalmente ágil.
Parece que a prática da atenção plena melhora a conectividade nas redes do cérebro que nos impedem de sermos distraídos. Ao nos ajudar a nos concentrar, a atenção plena também aumenta a competência,melhora a memória, a criatividade e as nossas disposições de ânimo,bem como os relacionamentos, a saúde e a longevidade em geral.
A falta de atenção nos conduz com muita facilidade ao caminho onde acabamos enredados. É o estado da falta de consciência e do piloto automático.
Você não está realmente presente. Em vez disso,você está se apoiando excessivamente em regras rígidas ou desgastadas que não foram devidamente analisadas.
A atenção plena pode nos ajudar a ficar mais à vontade com essa essência interior e a seguir o mandamento do autoaperfeiçoamento,diretamente do Oráculo de Delfos na antiga Grécia: Conhece a ti mesmo.
Não podemos ler as instruções quando estamos presos dentro do frasco. A atenção plena nos orienta a sermos mais ágeis emocionalmente, possibilitando que observemos o pensador que está produzindo os pensamentos.
O simples ato de prestar atenção traz o eu para fora das sombras. Cria o espaço entre o pensamento e a ação que precisamos para garantir que estamos agindo com base em uma escolha e não apenas em função do hábito.
No entanto, a atenção plena envolve mais do que saber que "estou ouvindo alguma coisa", ou do que estar consciente de que "estou vendo alguma coisa" ou até mesmo de notar que "estou tendo um
sentimento". Ela diz respeito a fazer tudo isso com equilíbrio e tranquilidade, abertura e curiosidade, e sem críticas ou condenações.
Como resultado, o estado mental da atenção plena nos permite enxergar o mundo por meio de múltiplas perspectivas e avançar com níveis mais elevados de autoaceitação, tolerância e gentileza para conosco.
CAPÍTULO 6.
SEJA COERENTE COM SEUS MOTIVOS.
Susan, nos mostra a importância de sermos coerentes com nossos motivos. Disse ela:
" Ser coerente com seus motivos" é a arte de viver de acordo com o seu conjunto de valores pessoais- as crenças e os comportamentos que você preza e que lhe conferem significado e satisfação.
Identificar os valores que são verdadeiramente seus e agir movido por eles e não por aqueles que os outros impõem a você; não pelo que você acha que deveria se interessar, mas pelo que você de fato se interessa- é o próximo passo crucial para promover a agilidade emocional.
Para tomar decisões que se coadunem com a maneira como você espera avançar na vida, você precisa estar em contato com as coisas que importam para você para poder usá-las como guias. Se você nunca se deu ao trabalho de esmiuçar seus valores, você está sempre improvisando, que é como estamos sempre desperdiçando nosso tempo - navegando na internet, encaminhando correntes de e-mails inúteis assistindo a horas seguidas de reality shows na televisão e continuando a nos sentir irrealizados.
Para sermos coerentes como nossos motivos , precisamos identificar nossos valores, Segundo a escritora : " A palavra "valores" pode ter uma conotação de repreensão, de educação religiosa, que é bastante desagradável. Ela parece restritiva, punitiva ou, o que é ainda pior, intolerante. Ouvimos falar muito em ter os valores "certos" (ou os errados), mas o que isso realmente significa? E quem decide que valores merecem ser alimentados?
Antes de qualquer coisa, não creio que ideias inflexíveis a respeito do certo e do errado nos sejam muito úteis. E elas certamente não tem lugar em um livro sobre agilidade emocional! Não encaro os valores como regras que devem nos governar, mas sim como qualidades de uma ação propositada que podemos levar a muitos aspectos da vida.
Na pag,133, é dito "Os valores não são universais; o que é "certo" para uma pessoa pode muito bem não o ser para outra. No entanto, identificar o que importa para você, seja sucesso profissional, criatividade, relacionamentos próximos, honestidade, altruísmo- a lista de opções é quase infinita - lhe confere uma inestimável fonte de perenidade. Os valores funcionam como uma espécie de base psicológica para mantê-lo estável".
CAPÍTULO 7.
SIGA EM FRENTE.
O PRINCÍPIO DOS MINÚSCULOS AJUSTES.
Neste capítulo, Susan, mostra a importância de pequenas transformações,que significam muito em nossa vida.
Ajustar as pequenas coisas pode causar um poderoso impacto quando fazer isso nos permite equilibrar nosso comportamento mais estreitamente com aquilo que realmente importa para nós.
A natureza promove evolução, não revolução. Estudos de muitas áreas diferentes demonstraram que pequenas mudanças ao longo do tempo podem aumentar substancialmente nossa capacidade de florescer.
A maneira mais eficaz de transformar sua vida, portanto, não é pedir demissão do emprego e se mudar para um ashram, mas sim parafraseando Theodore Roosevelt, fazer o que você pode, com o que você tem, onde você está.
Cada pequeno ajuste pode não parecer muita coisa sozinho, mas pense em todos os ajustes como fotogramas de um filme. Se você alterar cada fotograma, um de cada vez, e juntá-los todos, acabará com um filme completamente diferente, um filme que conta uma história inteiramente diferente.
Quando nossa abordagem dos problemas é grandiosa demais ("preciso de uma nova carreira!"), encorajamos a frustração. Mas quando temos por meta pequenos ajustes ("vou conversar uma vez por semana com alguém de fora da minha área"), o custo do fracasso é bem pequeno.
Quando sabemos que temos pouco a perder, nossos níveis de estresse diminuem e de que "eu consigo lidar com isso", o que nos ajuda a tornar-nos ainda mais empenhados e criativos.
E o que é igualmente importante, nós mobilizamos a necessidade humana fundamental de fazer progresso em direção a metas significativas.
Ao procurar os lugares certos para fazer essas minúsculas mudanças, existem três áreas gerais de oportunidade:
- Você pode ajustar suas convicções;
- Você pode ajustar suas motivações ;
- Você pode ajustar seus hábitos.
Na pag 162, a autora conceitua a autonomia.
A importância fundamental da autonomia, o poder motivador de ser capaz de fazer as coisas em função do nosso livre-arbítrio e da nossa vontade, e não por ser coagida por alguma força externa.
Mobilizar nossa autonomia, o poder de querer em vez de ter ter que,é o segundo pré-requisito para ajustar seu caminho para uma mudança significativa.
CAPÍTULO 08.
SIGA EM FRENTE.
O PRINCÍPIO DA GANGORRA.
Neste capítulo, Susan, explica que os desafios que enfrentamos e as competências que nos esforçamos para desenvolver nos ajudarão a chegar mais perto da vida que intimamente desejamos.
Quando estamos na pré-escola, ficamos ansiosos para enfrentar o desafio e dominar a habilidade de amarrar o cordão dos nossos sapatos,e esse momento importante na vida pode ser bastante emocionante, tanto para as crianças quanto para os pais.
No entanto, depois de algum tempo na realidade, com enorme rapidez a competência leva à complacência.
Quando transformamos tarefas que um dia foram novas para nós em hábitos, liberamos energia mental.
Como também vimos, transformar em hábitos comportamentos que deliberadamente escolhemos e que estão associados aos nossos valores é um aspecto importante da agilidade emocional.
Em certas áreas da vida, no entanto, existe algo que pode ser definido como ser "competente demais".
Quando passamos a fazer bem demais uma determinada coisa, podemos rapidamente ser conduzidos inconscientemente de volta para o piloto automático, reforçando,não apenas o comportamento rígido, mas também o desligamento, a ausência de crescimento e o tédio, em resumo, paramos de prosperar.
Para permanecermos emocionalmente ágeis, precisamos encontrar o equilíbrio entre a competência excessiva de um lado e o desafio excessivo por outro. Esse é o princípio da gangorra.
Necessitamos realmente esta vivo e pra isso, precisamos escolher a coragem em detrimento do conforto para poder continuar a crescer, subir e desafiar a nós mesmos.
E isso significa não nos determos achando que chegamos ao céu quando estamos apenas sentados no patamar mais próximo. No entanto, de acordo com o princípio da gangorra, também não queremos ficar excessivamente envolvidos por adotar metas irrealistas ou por achar que podemos chegar ao nosso cume pessoal em um ímpeto de esforço repentino.
Talvez o melhor termo para descrever o que é viver no limite da nossa capacidade, viscerando e florescendo, sendo desafiados, porém sem ficarmos excessivamente envolvido, seja simplesmente envolvido. E uma parte importante de estarmos envolvidos reside em sermos seletivos nos nossos compromissos, o que significa aceitar os desafios que realmente interessam e que emergem de uma conscientização dos seus valores mais profundos.
CAPÍTULO 09.
A AGILIDADE EMOCIONAL NO TRABALHO.
David, esclarece um princípio básico que é muito verdadeiro também no trabalho. " Realização e florescimento na vida pessoal não resulta de você fazer o que outras pessoas dizem que é certo para você, e sim de você sintonizar mais o que faz a cada minuto com os seus valores mais profundos "
INDÍCIOS DE QUE VOCÊ ESTA ENREDADO NO TRABALHO:
- Você não consegue desistir da ideia de "estar certo" mesmo quando existe uma linha de ação obviamente melhor;
- Você permanece em silêncio quando sabe que alguma coisa está errada;
- Você se ocupa de pequenas tarefas sem considerar o quadro global;
- Você se torna apático;
- Você só se oferece como voluntário para as missões ou tarefas menos difíceis;
- Você faz comentários sarcásticos a respeito de colegas de trabalho ou projetos;
- Você se apoia em suposições ou estereótipos a respeito dos seus colegas;
- Você não está assumindo o controle do desenvolvimento da sua carreira.
OLHAR DE FRENTE O TRABALHO.
Olhar de frente no escritório significa, na verdade, abrir espaço para seus pensamentos e emoções, rotulá-los e enxergá-los pelo que são:
- informações em vez de fatos ou diretivas. E isso que possibilita que nos afastemos para criar uma distância entre nós e nossos processos mentais e obter perspectiva em relação a eles, o que então enfraquece o seu poder sobre nós.
CAPÍTULO 10.
CRIANDO FILHOS EMOCIONALMENTE ÁGEIS.
A autora, detalha neste capítulo, as nossas tentativas de criar filhos para que sejam mais capazes e confiantes.
Infelizmente, esses esforços subestimam a capacidade da criança de aprender e crescer com base na experiência e podem ter uma série de consequências imprevistas que são, não raro, o exato oposto do que esperávamos obter.
Antes de qualquer coisa, o foco na realização promove um conceito de sucesso muito limitado - ou seja, conseguir um determinado tipo de emprego que, presumivelmente, possibilitará que a criança tenha um certo nível de renda.
Na página 236. a autora explica como somos superprotetores e a efeito desta proteção. " outra consequência imprevista da superproteção dos pais é que os filhos podem crescer achando que o amor dos seus pais está condicionado a eles se comportarem de uma determinada maneira. Isso
conduz à autoestima contingente, a convicção de que o seu valor precisa ser conquistado.
No entanto, por mais que você se esforce para garantir que seus filhos serão bem-sucedidos, felizes e seguros, pode estar certo de que surgirão tentações e que a mudança é inevitável.
Na nossa era competitiva e imprevisível, uma das melhores coisas que os pais podem fazer para ajudar os filhos a prosperar é ensinar a eles as habilidades descritas neste livro. A agilidade emocional é como uma vacina que ajuda a imunizar as crianças contra serem esmagadas pelos momentos desagradáveis que a vida sem dúvida tem reservados para eles.
Isso não dará uma completa imunidade às crianças, mas as ajudará a desenvolver a flexibilidade e a resiliência que elas precisam para florescer, mesmo nos tempos difíceis.
Fechando o capítulo,...:
Eis como podemos encorajar a autonomia em uma criança:
- Respeite-a por quem ela realmente é (por exemplo, alguém que adora desenhar) em vez de por quem você deseja que ela seja (por exemplo, alguém que adora praticar wrestling).
- Conceda a ela a possibilidade de uma escolha verdadeira sempre que possível ,o que não é o mesmo que não definir limites, não estabelecer expectativas ou satisfazer todos os caprichos dela.
- Forneça uma razão lógica para as decisões que você toma quando nenhuma escolha é possível "Porque é o que eu mandei você fazer!" não é uma justificativa que favoreça a autonomia para explicar a razão pela qual o seu filho que está na pré-escola tem que segurar sua mão ao atravessar a rua "Porque você é pequeno e os motoristas podem não conseguir ver você, mas eu sou alto e eles podem me ver" é uma argumentação razoável.
- Minimize recompensas externas como adesivos, brinquedos ou dinheiro porque a criança fez xixi no pinico em vez de fazer na fralda, porque fez o dever de casa ou porque teve boas notas.
CAPÍTULO 11.
CONCLUSÃO:TORNE-SE REAL.
A agilidade emocional é a ausência de fingimento e atuação, o que confere às nossas ações um poder maior porque elas emanam dos nossos valores básicos e da nossa força essencial, uma coisa sólida, genuína e real.
Não atingimos esse nível de REAL, esse nível de agilidade emocional, por meio da magia, mas sim por meio de uma série de minúsculos passos nos momentos do dia a dia ao longo da vida inteira. Eis como:
- Nomeie a si mesmo agente da sua vida e assuma o controle do seu próprio desenvolvimento, de sua carreira, seu espírito criativo, sua coragem e sua curiosidade;
- Aceite todo o seu eu- com nariz desbotado, orelhas surradas, "boas"e "más" emoções, o pacote inteiro com compaixão, coragem e curiosidade;
- Receba de braços abertos suas experiências interiores, respire nelas e aprenda os contornos delas sem correr para a saída;
- Abrace a identidade que está evoluindo e libere as narrativas que não são mais úteis para você;
- Abandone as metas irrealistas das pessoas mortas aceitando que estar vivo significa às vezes se machucar, fracassar, ficar estressado e cometer erros.
- Deixe de perseguir a perfeição para poder desfrutar o processo de amar e viver;
- Abra-se para o amor que virá com a dor e para a dor que virá com o amor; e para o sucesso que virá com o fracasso e para o fracasso que virá com o sucesso;
- Abandone a ideia de ser destemido, caminhando, em vez disso, diretamente para seus temores, tendo seus valores como guia, em direção ao que importa para você. Coragem não é ausência de medo, coragem é caminhar no medo.
- Escolha a coragem em detrimento do conforto, envolvendo-se dinamicamente com novas oportunidades de crescimento e aprendizado, em vez de se resignar passivamente às suas circunstâncias;
- Reconheça que a beleza da vida é inseparável da sua fragilidade. Somos jovens até que deixamos de ser. Somos saudáveis até que deixamos de ser. Estamos com aqueles que amamos até que deixamos de estar;
- Aprenda a ouvir a pulsação do seu próprio porque.
Um livro muito especial, que merece ser lido e estudado. Compre-o, leia, coloque os ensinamento em prática.