terça-feira, 5 de novembro de 2019

O LIVRO DA ECONOMIA.

 PREFÁCIO DO LIVRO.

Escrito por um grupo de economistas, professores, jornalistas e analistas financeiros, 'O livro da Economia' apresenta as bases do pensamento que pautou a evolução e as diversas teorias da economia em todo o mundo. Numa escrita ágil, o livro aborda a história de como a humanidade criou e entendeu o dinheiro, o comércio, a especulação, as crises econômicas a partir dos principais nomes desta ciência.Fartamente ilustrado, 'O livro da economia' é dividido em seis partes: "Iniciem o comércio (400 a.C.-1770)", "A Era da Razão (1770-1820)", "Revoluções industrial e econômica (1820-1929)", "Guerra e depressões (1929-1945)", "Economia no pós-guerra (1945-1970)" e "Economia contemporânea (1970-presente)". Cada uma delas destaca teorias econômicas dos mais renomados pensadores, de Aristóteles a John Maynard Keynes, passando por Max Weber, John Stuart Mill, Vilfredo Pareto, Joseph Schumpeter e Paul Krugman. É possível entender, assim, a "mão invisível do mercado" de Adam Smith ou o "valor-trabalho" de Karl Marx, por exemplo. Mas também saber do surgimento do primeiro banco (Florença, 1397), das primeiras cédulas impressas (Banco da Escócia, 1696), da criação do FMI (1944) e do nascimento dos Tigres Asiáticos (acordo Japão-Coreia do Sul, 1965), além do impacto do vapor e dos computadores em importantes revoluções na história econômica humana. O livro da economia traz também glossário de termos específicos e apêndice com informações sobre outros economistas e suas contribuições ao estudo dessa área do conhecimento.




Para entender melhor os conceitos do livro. Veja a apresentação abaixo.


O LIVRO .

Livro: o livro da economia..
Quantidade de páginas : 352.
Resumo : Marcos Rogério.


SÃO OITOS CAPÍTULO DA HISTORIA DA ECONOMIA.

CAPÍTULO 1.

INTRODUÇÃO.

Neste capitulo é mostrado a importância da economia no dia a dia, as escolas de economias.

Pouca gente diz que sabe muito de economia, talvez por ser considerada um assunto complexo e hermético, de pouca relevância na vida diária.

Em geral ela parece restrita a profissionais de negócios, finanças e do governo. Mas a maioria das
pessoas começa a se conscientizar da influência dela sobre a riqueza e o bem-estar, e pode até ter
opiniões, às vezes bem fortes sobre o aumento do custo de vida,impostos, gastos públicos etc.

Na economia, esperança e fé coexistem com grande pretensão científica e também um desejo profundo de respeitabilidade. ( John Kenneth Galbraith Economista canadense-americano -1908-2006).

CAPÍTULO 2.

INICIEM O COMERCIO 400 aC- 1770 dC. 

No capítulo 2, da página 20 ate a página 46, é informado sobre tudo que fez o comercio, desde propriedade privada , preço justo etc.  

Com a evolução das civilizações no mundo antigo, também evoluiu o fornecimento de bens e serviços às populações.

Os primeiros sistemas econômicos surgiram naturalmente, à medida que várias profissões e ofícios
produziam bens passiveis de troca. As pessoas começaram a negociar,primeiro pelo escambo e depois com moedas de metais preciosos, e o comércio se tornou essencial na vida. A compra e a venda de bens existiram por séculos antes que alguém pensasse em ver como o sistema funcionava.

Abaixo alinha do tempo da economia:





CAPÍTULO 3. 

A ERA DA RAZÃO. 1770-1820.

Perto do fim do século XVIII,boa parte do mundo passava por enorme mudança política. A chamada Era da Razão produzia cientistas cujas descobertas levavam a novas tecnologias, que transformariam o modo de produção dos bens. Ao mesmo tempo, filósofos políticos inspiravam revoluções na França e na América do Norte, que teriam efeito profundo na estrutura social do Velho e do Novo Mundo. 

No campo da economia, um novo enfoque científico subvertia a velha visão mercantilista de uma
economia, movido por um comércio protegido e confiante nas exportações como meio de preservar sua riqueza. 






CAPÍTULO 4.

REVOLUÇÕES INDUSTRIAL E ECONÔMICA. 1820,- 1929.

No início do século XIX, os efeitos da Revolução Industrial espraiaram-se da Gra-Bretanha para a Europa e a América do Norte, transformando nações agrícolas em economias industriais. 

O processo foi rápido e drástico, alterando de modo fundamental a estrutura das economias. O foco passara dos comerciantes que negociavam bens aos produtores, os donos do capital.

Além da nova maneira de pensar sobre a economia, o capitalismo trouxe consigo novas questões
sociais e políticas ,a distorção do mercado, as mais visíveis das mudanças sociais foram o surgimento de uma nova "classe dominante" de produtores industriais e suas empresas.





CAPÍTULO 5.

GUERRA E DEPRESSÕES. 1929 - 1945.

Nos anos após à Primeira Guerra Mundial, a confiança no pensamento econômico tradicional foi posta em xeque pelos acontecimentos na Europa e na América do Norte. A inquietação Social e política causara uma revolução comunista na Rússia, enquanto a hiperinflação causou o colapso na economia alemã.

Nos anos 1920, os EUA gozavam de tal prosperidade que o presidente Herbert Hoover disse em 1928: "Na América, estamos mais perto da vitória final sobre a pobreza do que nunca na história de qualquer nação". Um ano depois ocorreu a quebra de Wall Street: as ações despencaram e milhares de
empresas faliram. Em 1932, mais de 13 milhões de americanos estavam sem emprego.( exatamente a quantidade de Brasileiros desempregados hoje ). Os EUA cobraram os enormes empréstimos que haviam feito à Europa, e os bancos europeus  faliram.




CAPÍTULO 6.

ECONOMIA NO PÓS- GUERRA. 1945 - 1970.

Os anos pós-Segunda Guerra Mundial foram inevitavelmente de reconstrução de economias. Ainda
antes do final da guerra, políticos e economistas já planejavam para o tempo de paz. Queriam evitar os problemas resultantes da Primeira Guerra Mundial e estabelecer um mundo pacífico de cooperação
econômica internacional.

A Liga das Nações, organização internacional feita para manter a paz, havia sucumbido no início da
guerra, e em 1945 as Nações Unidas (ONU) a substituíram. Uma das primeiras tarefas da ONU foi votar as propostas dos delegados à sua Conferência Monetária e Financeira, hoje mais conhecida pelo nome do seu local - Bretton Woods, em New Hampshire, EUA. Aí, delegados da União Soviética, da Grã-Bretanha e dos E.U.A   acertaram a fundação de grandes instituições, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), O Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) e o Acordo Geral de Tarifas e Comércio (Gatt).



CAPÍTULO 7.

ECONOMIA CONTEMPORÂNEA. 1970 - PRESENTE.

Nos 25 anos após a Segunda Guerra Mundial, as políticas keynesianas, que propunham a intervenção ativa do Estado na economia, tornaram o Ocidente próspero. Nas palavras do primeiro-ministro britânico Harold Macmillan, o povo "nunca esteve tão bem". Porém, no início dos anos 1970, uma crise de petróleo causou uma desaceleração econômica.

Desemprego e inflação aumentaram rápido. O modelo keynesiano parecia não funcionar mais.
Por alguns anos, os economistas conservadores vinham pedindo a volta de mais políticas de livre mercado, e então seus argumentos passaram a ser levados a sério. O economista americano Milton
Friedman era o mais destacado da Escola de Chicago que se opunha às ideias de Keynes.

Ele declarou que, em vez de combater o desemprego, o foco da política econômica deveria ser a
inflação, e o único papel do Estado, controlar a oferta de moeda e deixar os mercados funcionarem - doutrina conhecida por monetarismo.





Com isso terminamos o resumo deste livro. Compre o livro , leia e coloque os ensinamento em pratica.















   


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