terça-feira, 5 de novembro de 2019

O LIVRO DA ECONOMIA.

 PREFÁCIO DO LIVRO.

Escrito por um grupo de economistas, professores, jornalistas e analistas financeiros, 'O livro da Economia' apresenta as bases do pensamento que pautou a evolução e as diversas teorias da economia em todo o mundo. Numa escrita ágil, o livro aborda a história de como a humanidade criou e entendeu o dinheiro, o comércio, a especulação, as crises econômicas a partir dos principais nomes desta ciência.Fartamente ilustrado, 'O livro da economia' é dividido em seis partes: "Iniciem o comércio (400 a.C.-1770)", "A Era da Razão (1770-1820)", "Revoluções industrial e econômica (1820-1929)", "Guerra e depressões (1929-1945)", "Economia no pós-guerra (1945-1970)" e "Economia contemporânea (1970-presente)". Cada uma delas destaca teorias econômicas dos mais renomados pensadores, de Aristóteles a John Maynard Keynes, passando por Max Weber, John Stuart Mill, Vilfredo Pareto, Joseph Schumpeter e Paul Krugman. É possível entender, assim, a "mão invisível do mercado" de Adam Smith ou o "valor-trabalho" de Karl Marx, por exemplo. Mas também saber do surgimento do primeiro banco (Florença, 1397), das primeiras cédulas impressas (Banco da Escócia, 1696), da criação do FMI (1944) e do nascimento dos Tigres Asiáticos (acordo Japão-Coreia do Sul, 1965), além do impacto do vapor e dos computadores em importantes revoluções na história econômica humana. O livro da economia traz também glossário de termos específicos e apêndice com informações sobre outros economistas e suas contribuições ao estudo dessa área do conhecimento.




Para entender melhor os conceitos do livro. Veja a apresentação abaixo.


O LIVRO .

Livro: o livro da economia..
Quantidade de páginas : 352.
Resumo : Marcos Rogério.


SÃO OITOS CAPÍTULO DA HISTORIA DA ECONOMIA.

CAPÍTULO 1.

INTRODUÇÃO.

Neste capitulo é mostrado a importância da economia no dia a dia, as escolas de economias.

Pouca gente diz que sabe muito de economia, talvez por ser considerada um assunto complexo e hermético, de pouca relevância na vida diária.

Em geral ela parece restrita a profissionais de negócios, finanças e do governo. Mas a maioria das
pessoas começa a se conscientizar da influência dela sobre a riqueza e o bem-estar, e pode até ter
opiniões, às vezes bem fortes sobre o aumento do custo de vida,impostos, gastos públicos etc.

Na economia, esperança e fé coexistem com grande pretensão científica e também um desejo profundo de respeitabilidade. ( John Kenneth Galbraith Economista canadense-americano -1908-2006).

CAPÍTULO 2.

INICIEM O COMERCIO 400 aC- 1770 dC. 

No capítulo 2, da página 20 ate a página 46, é informado sobre tudo que fez o comercio, desde propriedade privada , preço justo etc.  

Com a evolução das civilizações no mundo antigo, também evoluiu o fornecimento de bens e serviços às populações.

Os primeiros sistemas econômicos surgiram naturalmente, à medida que várias profissões e ofícios
produziam bens passiveis de troca. As pessoas começaram a negociar,primeiro pelo escambo e depois com moedas de metais preciosos, e o comércio se tornou essencial na vida. A compra e a venda de bens existiram por séculos antes que alguém pensasse em ver como o sistema funcionava.

Abaixo alinha do tempo da economia:





CAPÍTULO 3. 

A ERA DA RAZÃO. 1770-1820.

Perto do fim do século XVIII,boa parte do mundo passava por enorme mudança política. A chamada Era da Razão produzia cientistas cujas descobertas levavam a novas tecnologias, que transformariam o modo de produção dos bens. Ao mesmo tempo, filósofos políticos inspiravam revoluções na França e na América do Norte, que teriam efeito profundo na estrutura social do Velho e do Novo Mundo. 

No campo da economia, um novo enfoque científico subvertia a velha visão mercantilista de uma
economia, movido por um comércio protegido e confiante nas exportações como meio de preservar sua riqueza. 






CAPÍTULO 4.

REVOLUÇÕES INDUSTRIAL E ECONÔMICA. 1820,- 1929.

No início do século XIX, os efeitos da Revolução Industrial espraiaram-se da Gra-Bretanha para a Europa e a América do Norte, transformando nações agrícolas em economias industriais. 

O processo foi rápido e drástico, alterando de modo fundamental a estrutura das economias. O foco passara dos comerciantes que negociavam bens aos produtores, os donos do capital.

Além da nova maneira de pensar sobre a economia, o capitalismo trouxe consigo novas questões
sociais e políticas ,a distorção do mercado, as mais visíveis das mudanças sociais foram o surgimento de uma nova "classe dominante" de produtores industriais e suas empresas.





CAPÍTULO 5.

GUERRA E DEPRESSÕES. 1929 - 1945.

Nos anos após à Primeira Guerra Mundial, a confiança no pensamento econômico tradicional foi posta em xeque pelos acontecimentos na Europa e na América do Norte. A inquietação Social e política causara uma revolução comunista na Rússia, enquanto a hiperinflação causou o colapso na economia alemã.

Nos anos 1920, os EUA gozavam de tal prosperidade que o presidente Herbert Hoover disse em 1928: "Na América, estamos mais perto da vitória final sobre a pobreza do que nunca na história de qualquer nação". Um ano depois ocorreu a quebra de Wall Street: as ações despencaram e milhares de
empresas faliram. Em 1932, mais de 13 milhões de americanos estavam sem emprego.( exatamente a quantidade de Brasileiros desempregados hoje ). Os EUA cobraram os enormes empréstimos que haviam feito à Europa, e os bancos europeus  faliram.




CAPÍTULO 6.

ECONOMIA NO PÓS- GUERRA. 1945 - 1970.

Os anos pós-Segunda Guerra Mundial foram inevitavelmente de reconstrução de economias. Ainda
antes do final da guerra, políticos e economistas já planejavam para o tempo de paz. Queriam evitar os problemas resultantes da Primeira Guerra Mundial e estabelecer um mundo pacífico de cooperação
econômica internacional.

A Liga das Nações, organização internacional feita para manter a paz, havia sucumbido no início da
guerra, e em 1945 as Nações Unidas (ONU) a substituíram. Uma das primeiras tarefas da ONU foi votar as propostas dos delegados à sua Conferência Monetária e Financeira, hoje mais conhecida pelo nome do seu local - Bretton Woods, em New Hampshire, EUA. Aí, delegados da União Soviética, da Grã-Bretanha e dos E.U.A   acertaram a fundação de grandes instituições, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), O Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) e o Acordo Geral de Tarifas e Comércio (Gatt).



CAPÍTULO 7.

ECONOMIA CONTEMPORÂNEA. 1970 - PRESENTE.

Nos 25 anos após a Segunda Guerra Mundial, as políticas keynesianas, que propunham a intervenção ativa do Estado na economia, tornaram o Ocidente próspero. Nas palavras do primeiro-ministro britânico Harold Macmillan, o povo "nunca esteve tão bem". Porém, no início dos anos 1970, uma crise de petróleo causou uma desaceleração econômica.

Desemprego e inflação aumentaram rápido. O modelo keynesiano parecia não funcionar mais.
Por alguns anos, os economistas conservadores vinham pedindo a volta de mais políticas de livre mercado, e então seus argumentos passaram a ser levados a sério. O economista americano Milton
Friedman era o mais destacado da Escola de Chicago que se opunha às ideias de Keynes.

Ele declarou que, em vez de combater o desemprego, o foco da política econômica deveria ser a
inflação, e o único papel do Estado, controlar a oferta de moeda e deixar os mercados funcionarem - doutrina conhecida por monetarismo.





Com isso terminamos o resumo deste livro. Compre o livro , leia e coloque os ensinamento em pratica.















   


sexta-feira, 1 de novembro de 2019

O PODER DA RESILIÊNCIA

Livro:O PODER DA RESILIÊNCIA.
Autor: RICK HANSON, FORREST HANSON.
Quantidade de página : 255.
Resumo : Marcos Rogério.

Objetivo.

Resiliência é propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica, ou seja a um estresse mecânico. A psicologia tomou emprestado esse conceito e definiu como :  capacidade de o indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, algum tipo de evento traumático, etc. - sem entrar em surto psicológico, emocional ou físico, por encontrar soluções estratégicas para enfrentar e superar as adversidades.

O autor ensina como sermos resiliente .O livro é dividido em 04 parte com 3 capítulos cada um,o autor busca ajudar as pessoas a se curar do passado, lidar com o presente e construir um futuro melhor. Através do estudo das três necessidades básicas segundo o autor : satisfação , segurança e conexão.

PRIMEIRA PARTE RECONHECER
CAPÍTULO 1
COMPAIXÃO.

Se não eu, quem será por mim? Se não agora , quando? Rabino Hillel.

O autor explica neste capítulo a importância de ser ter compaixão por nós mesmos. Segundo ele " É essencial entender por que é justo e importante ficar a favor de si mesmo".

A compaixão é a sensibilidade afetuosa em relação ao sofrimento -do sutil desconforto físico ou mental à dor agonizante -, juntamente com o desejo de ajudar se possível. Sentir compaixão reduz o nível de estresse e acalma o corpo. Receber compaixão nos fortalece e melhora nossa capacidade de respirar fundo, encontrar o equilíbrio e seguir em frente.


A  autocompaixão torna a pessoa mais resiliente, mais capaz de dar a volta por cima, pois reduz a autocrítica, aumenta o amor-próprio e a ser mais ambiciosa e bem-sucedida, e não complacente ou preguiçosa.

Ainda assim, a autocompaixão é difícil para muita gente. Uma das razões para isso tem a ver com o 
funcionamento do sistema nervoso. O cérebro é projetado para ser alterado por nossas experiências, em especial as negativas e aquelas ocorridas na infância.

Por ultimo o autor nos presenteia com 06 pontos chaves :
  1. A compaixão envolve a preocupação afetuosa com o sofrimento e o desejo de aliviá-lo se  possível. A compaixão pode ser oferecida aos outros e a si mesmo.
  2. A compaixão é um recurso psicológico, uma potencialidade interior que pode ser desenvolvida com o tempo. Cultivamos potencialidades interiores experimentando-as repetidas vezes, o que causa mudanças duradouras no sistema nervoso.
  3. Ficar a seu favor e levar carinho à sua dor tornarão você mais resiliente, confiante e capaz. Ser bom consigo mesmo também é bom para os outros.
  4. Aceitar as coisas como são, o que você é ,inclusive a lidar com elas de maneira mais eficaz, pois, sem tanta resistência, temos menos estresse.
  5. Os momentos agradáveis enriquecem nossos dias. Também reduzem o estresse, geram conexão e aumentam seu aprendizado com as experiências da vida (o benefício mais duradouro).
  6. Pequenas coisas se acumulam ao longo do tempo. Muitas vezes por dia, você pode mudar seu cérebro para melhor.

PRIMEIRA PARTE RECONHECER 
CAPÍTULO 2
ATENÇÃO PLENA.

A educação da atenção seria a educação por excelência. William James.

Neste capítulo, Rick, explana  sobre atenção plena, os ganhos deste "recurso'". Segundo o autor:

"Ter atenção plena significa estar presente neste momento como ele é, a cada momento, sem se deixar levar por devaneios, ruminações ou distrações. Manter a consciência no momento presente é fácil - talvez por uma ou duas respirações. O segredo é permanecer atento - o que, como muitas pesquisas já mostraram, diminui o estresse, protege a saúde e melhora o humor.

Para construir a potencialidade da atenção plena, começaremos com maneiras práticas de desenvolver uma atenção estável e firme e de se manter centrado, de forma a não se deixar distrair ou dominar por experiências estressantes ou perturbadoras.

O autor nos mostra como usar a atenção plena para atender as necessidades que todos temos : segurança, satisfação e conexão.

Para converter experiências passageiras em potencialidades interiores
duradouras, é preciso concentrar a atenção numa experiência por tempo suficiente para que ela comece a se consolidar no sistema nervoso.

A atenção plena é o segredo para regular sua atenção de forma a extrair o máximo das experiências benéficas e, ao mesmo tempo, limitar o impacto das prejudiciais e estressantes. Ela nos capacita a reconhecer para onde nossa atenção foi.

 A raiz da palavra que significa "atenção plena" do antigo budismo, se refere à memória. Com atenção plena, cultivamos as lembranças em vez do esquecimento, e nos tornamos serenos e em vez de dispersos.

OS PONTOS CHAVES DO SEGUNDO CAPÍTULO:

  1. Seu cérebro é moldado pelas suas experiências,que são moldadas por aquilo a que você volta a sua atenção. Com a atenção plena, você pode repousar sua atenção em experiências de recursos psicológicos,como compaixão e gratidão, inscrevendo-os em seu sistema nervoso.
  2. Há três maneiras principais de se relacionar com a mente e engajá-la de forma útil: estar com ela, diminuir o que é doloroso e prejudicial e aumentar o que é agradável e benéfico.
  3. Temos três necessidades básicas segurança, satisfação e conexão -, que administramos evitando o que nos faz mal, nos aproximando de recompensas e nos apegando às outras pessoas. Essas necessidades e o modo de satisfazê-las têm certa relação, respectivamente, com o tronco cerebral reptiliano,o subcórtex mamífero e o neocórtex primata/humano.
  4. O bem-estar surge quando nossas necessidades são atendidas, não negadas. Quando sentimos que nossas necessidades estão satisfeitas o bastante, o corpo e a mente entram no modo responsivo da "zona verde" e temos uma sensação de paz, contentamento e amor. Quando as necessidades parecem não ser atendidas, ficamos perturbados,passamos ao modo reativo de luta-fuga-paralisia da "zona vermelha" e experimentamos medo, frustração e mágoa.
  5. O modo responsivo é nossa casa, mas é fácil nos tirar dela;tendemos a ficar presos na zona vermelha devido ao viés da negatividade do cérebro, que funciona como velcro para as experiências ruins e teflon para as boas.
  6. Para permanecer na zona verde, assimile as experiências de satisfação de suas necessidades, que cultivarão recursos interiores. Assim você poderá enfrentar desafios cada vez maiores conservando um bem-estar resiliente.

PRIMEIRA PARTE RECONHECER 
CAPÍTULO 3.
APRENDIZADO.

Não penses no bem com indiferença nem diga" isso não me acontecerá". Gota a gota, a moringa se enche. Do mesmo modo, o sábio, que o recolhe pouco a pouco, enche-se de bem.
DARMAPADA.

A autora ensina como aprender a aprender e tudo se inicia com a preparação." Quando vamos partir para uma longa caminhada, precisamos levar comida e outros suprimentos. Do mesmo modo, na estrada da vida precisamos de suprimentos psicológicos como compaixão e coragem.

 Qualquer mudança duradoura de humor, ponto de vista ou comportamento exige aprendizado, e exatamente neste quesito é que devemos aprender coisas boas. Veja o que diz a autora :

 " Pergunte a si mesmo o que se destaca num dia típico. O carro que fechou você no transito, o prato que quebrou, o projeto frustrante no trabalho?

Ou o prazer de tomar um bom café da manhã, a sensação de determinação ao  progredir numa tarefa difícil, a beleza do pôr do sol? Pense em seus relacionamentos. O que lhe chama a atenção quando você interage com os outros: as muitas coisas que vão bem ou a única palavra que o magoou?

 Não se trata de ver a vida em cor-de-rosa nem de fechar os olhos para os problemas. E mais um pragmatismo teimoso, baseado no reconhecimento de que muitas vezes a vida é difícil, de que você precisa de recursos mentais para lidar com ela e de que pode desenvolver essas potencialidades interiores guiando o processo de aprendizado do cérebro.

Fechando o capítulo com pontos chaves :
  • Adquirimos recursos mentais através do aprendizado. Isso acontece em dois estágios: ativação e instalação. Primeiro, é preciso haver uma experiência do recurso ou de fatores a ele relacionados; depois, essa experiência tem que ser convertida numa mudança duradoura na função e na estrutura neurais.
  • Sem instalação, não há aprendizado, cura nem desenvolvimento. Melhorar a instalação apressará a curva do aprendizado, e essa habilidade pode ser aplicada a tudo o que você gostaria de desenvolver internamente.
  • Não se trata de pensamento positivo. E pensamento realista,é ver o mosaico completo da realidade com suas dores e problemas, além de suas diversas partes tranquilizadoras,prazerosas e úteis.
  • Você pode cultivar potencialidades interiores em quatro passos, resumidos como SARE: selecionar uma experiência positiva (agradável, benéfica), amplificá-la, recebê-la e, opcionalmente, estabelecer uma ligação entre ela e uma experiencia negativa.
  • Você pode usar os passos SARE para cultivar os recursos ajudariam hoje. Use o arcabouço das três necessidades básicas (segurança, satisfação e conexão) para identificar as potencialidades interiores mais adequadas aos seus desafios.
  • O passo de estabelecer ligações é um modo poderoso de usar o material psicológico positivo para aliviar, reduzir e até substituir o negativo.
  • Podemos aprender a aprender. Aprender é a potencialidade interior que cultiva todas as outras.

SEGUNDA PARTE.  
CAPÍTULO 4
GARRA

A resistência está na alma e no espírito, não nos músculos . ( ALEX KARRAS )

Todos nós temos um definição de garra, principalmente no futebol ,admitimos até que nosso time favorito perda, mas se tiver garra está com perdão garantido. Neste sentido o autor, conceitua  o conceito de garra e sua importância. Segundo ele:

Garra é a engenhosidade teimosa, resistente. É o que resta depois que tudo o mais virou pó-e quando até a garra se desgastou, o problema é grave.

A garra se baseia em várias coisas. Para aumentar a garra dentro de você e se reabastecer, começaremos explorando a capacidade de ação, a noção de que podemos fazer as coisas acontecerem em vez de ficar desamparados.

Ter capacidade de ação é ter a noção de ser causa, não efeito. Essa capacidade está presente quando você pega deliberadamente o suéter azul em vez do vermelho ou ouve alguém exprimir uma opinião e pensa : não concordo.

Quem tem capacidade de ação é ativo, não passivo, toma a iniciativa e dirige a vida em vez de ser levado. Essa capacidade é básica na garra, pois sem ela a pessoa não consegue mobilizar outros recursos interiores para lidar com as situações.  Quando a vida o derruba, a capacidade de ação é a primeira coisa que você usará para se levantar do chão.

O autor , constrói um argumentação como base , em tópicos como :

  • capacidade de ação;
  • Determinação;
  •  Resolução;
  • Paciência;
  • Persistência;
  • Ferocidade;
  • Vitalidade
Resumindo os capítulos nos pontos chaves:
  • Algumas experiências de sentir-se preso, impotente e derrotado podem levar ao "desamparo aprendido", que constrói a ambição e a capacidade de lidar com as situações, além de ser um fator de risco da depressão. Portanto, é importante procurar o que se pode fazer, ainda que só dentro da sua mente,principalmente em situações de relacionamentos difíceis.
  • Em muitas coisas da vida, você pode cuidar das causas, mas não dos resultados. Saber disso traz responsabilidade e paz interior.
  • As vezes, achamos que a saúde mental suprime nossa natureza animal primitiva. Mas aí partes selvagens e maravilhosas do eu ficam trancadas. Ser capaz de aproveitar sua ferocidade animal o torna mais resiliente.
  • O modo como você sente seu corpo e trata dele afeta sua saúde e vitalidade, que, por sua vez, afetam seus pensamentos, sentimentos e ações.
  • Assim como você provavelmente não liga muito para a aparência dos outros, a maioria das pessoas não liga para o seu corpo. Aceite-o como é e se concentre no que aprecia nele.
  • Não adie ações sensatas a favor da saúde física. Sempre parece mais fácil começar amanha. Em vez disso, pergunte-se : " O que posso fazer hoje".

SEGUNDA PARTE.  
CAPÍTULO 5
GRATIDÃO.

Leitão notou que, embora tivesse um coração bem pequeno, nele cabia uma quantidade bem grande de Gratidão. A. A. MILNE

Neste capítulo, a dupla de autores, nos ensina o poder da gratidão : Disseram:

A gratidão e outras emoções positivas trazem muitos benefícios importantes. Elas favorecem a saúde física, fortalecendo o sistema imunológico e protegendo o sistema cardiovascular. Além disso, nos ajudam na recuperação após perdas e traumas. Elas ampliam o campo perceptivo e nos auxiliam a ver o quadro maior e as oportunidades que existem nele; incentivam a ambição e  conectam as pessoas.

Temos a tendência a passar a vida buscando maneiras de nos sentirmos bem no futuro, mas isso é estressante e cansativo no presente. Com a gratidão, você se sente bem agora. Portanto, vamos examinar como desenvolver a gratidão e outras emoções positivas agradecendo, tendo prazer:
sentindo-nos bem-sucedidos e sendo felizes pelos outros.

Robert Emmons e outros pesquisadores descobriam que ela traz uma série notável de benefícios
  • Otimismo.
  • Felicidade e amor-próprio.
  • Menos inveja, ansiedade e depressão.
  • Mais compaixão, generosidade e perdão.
  • Relacionamentos mais fortes.
  • Menos solidão.
  • Sono de melhor qualidade.
  • Mais resiliência.
Sentir gratidão não é minimizar ou negar obstáculos, doenças, perdas e injustiças. É simplesmente apreciar a realidade: as flores e a luz do sol os clipes de papel e a água fresca, a gentileza dos outros, o acesso fácil ao conhecimento e à sabedoria.

Abaixo os pontos chaves do capítulo.
  • Buscamos nos sentir bem no futuro, o que, no entanto, é estressante no presente. E doloroso, mas a busca pela felicidade pode deixá-la fora do alcance. Já a gratidão nos faz sentir algo bom na mesma hora.
  • Agradecer pelo que é benéfico não nos impede de ver o que é prejudicial. Na verdade, a gratidão sustenta a saúde física e mental e nos torna mais resilientes e mais capazes de lidar com os desafios.
  • É fácil desdenhar o prazer, mas ele é um modo rápido de reduzir o estresse ou esquecer um aborrecimento. Os prazeres saudáveis afastam os prejudiciais. Quanto mais se sentir pleno de prazer, menos você se esforçará para obtê-lo fora de si.
  • Devido ao viés da negatividade, notamos quando deixamos de cumprir uma meta, mas não vemos que, ao mesmo tempo,temos sucesso em centenas de outras. Procure oportunidades de se sentir bem -sucedido muitas vezes por dia. Assimile essas experiências e as use para compensar e curar sentimentos de fracasso ou inadequação.
  • Quem consegue ser feliz com a felicidade dos outros encontra a felicidade duradoura.

SEGUNDA PARTE.  
CAPÍTULO 6
CONFIANÇA.

Pessoas demais supervalorizam o que não são e subvalorizam o que são. MALCOLM FORBES.


Neste capítulo, o como se sentir seguro e manter a tranquilidade do equilíbrio emocional, são os ensinamentos do Autor.

Em termos físicos, nossa vida depende de obtermos ar, água e alimento além disso, temos que conseguir suprimentos sociais, principalmente na infância, quando precisamos de muita empatia, cuidados e amor. É de nossa natureza biológica necessitar sentir-se cuidado. Na verdade, precisamos sentir que merecemos que cuidem de nós.

Abaixo os pontos chaves do capítulo segundo os autores:

  • Os seres humanos evoluíram para depender uns dos outros. Quando aqueles que nos cercam são prestativos e atenciosos e podemos contar com eles, principalmente na nossa infância,desenvolvemos uma noção interior de segurança e estabilidade. Por outro lado, se nos rejeitam ou se distanciam, nos sentimos inseguros e ficamos menos resilientes.
  • Não importa o que lhe aconteceu no passado; você pode se tornar mais seguro. Para isso, procure oportunidades para se sentir bem e assimile essas experiências; desenvolva uma narrativa coerente sobre sua infância; seja empático e amoroso de forma confiável.
  • Quando passamos por dificuldades, é comum acrescentarmos uma segunda onda de reações ao incômodo ou dor inicial. Esses segundos dardos criam grande parte do nosso sofrimento, principalmente nos relacionamentos. Tente ter consciência deles, mas sem se apegar nem alimentá-los.
  • Uma grande fonte de segundos dardos é seu crítico interior. Ele tenta ser útil, porém exagera na censura e chega a humiIhá-lo. Isso corrói seu amor-próprio e dificulta sua recuperação após decepções ou fracassos. Fortaleça seu incentivador interior e, depois, afaste seu crítico interior.
  • Assim como você reconhece que os outros são boas pessoas,elas também o veem dessa forma. Ajude a si mesmo a saber que você é fundamentalmente uma boa pessoa. Aconteça o que acontecer, a base da autoconfiança duradoura é a certeza de que há bondade no seu coração.

TERCEIRA PARTE.  
CAPÍTULO 7
CALMA.

Você é o céu. Tudo o mais ...é só o clima.
PEMA CHODRON.

Neste capítulo, Rich, mostra a importância de manter  a calma em momentos dificies e a importância da raiva. Segundo o autor:

E normal sentir medo, raiva ou desamparo de vez em quando. Os problemas surgem quando essas reações são invasivas, crônicas ou prejudicam seu bem-estar, seus relacionamentos ou seu trabalho.

Como a necessidade de segurança é vital, é igualmente vital gerenciar a nós mesmos para enfrentar
a dor e as ameaças com calma.

O autor nos mostra um conceito de serenidade através do relaxamento e centrando-se.

Como disse Alan Watts, a vida "serpenteia". No corpo e na mente, as coisas mudam o tempo todo, para melhor ou para pior. Além disso, vivemos num mundo cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo, cujas ondulações passam por nós todo dia.

Para se manter equilibrado enquanto corta as ondas interiores e exteriores, o sistema nervoso autônomo gerencia seu corpo e sua mente através dos ramos simpático e parassimpático. Pense neles como os pedais do acelerador e do freio de um carro.

O medo surge quando as ameaças parecem maiores do que os recursos.Às vezes isso é real, como ao receber uma conta inesperada que você não tem dinheiro para pagar.

Mesmo quando você percebe que o medo tem um papel irracionalmente grande na sua vida, ainda é difícil se livrar dele. Muita gente, na verdade,tem medo de não ter medo, porque aí baixaria a guarda.

Para estarmos mais seguros, temos que reduzir as ameaças reais e aumentar os recursos reais. Para nos sentirmos mais seguros, precisamos parar de inflar as ameaças e começar a reconhecer todos os nossos recursos.

A raiva costuma estar ativa no fundo da mente, e reconhecer sua presença Ihe permite controlá-la em vez de se deixar controlar por ela.

Tente ter consciência da raiva em seus muitos tons e intensidades, da leve exasperação à fúria violenta. Quando se sentir irritado de alguma maneira, explore a experiência, suas sensações, seus sentimentos, pensamentos e desejos.

Os pontos chaves do capítulo, segundo o autor:
  • Dois ramos do sistema nervoso trabalham juntos para nos manter equilibrados. O ramo parassimpático, de "descansar e digerir", nos acalma, enquanto o ramo simpático, do "lutar ou fugir", nos anima.
  • O ritmo da vida moderna promove ativação simpática crônica, que é estressante para o corpo, a mente e os relacionamentos. Portanto, procure regularmente oportunidades para ativar o sistema nervoso parassimpático, tais como relaxamento e meditação.
  • Reagimos a ameaças imaginárias ou exageradas para não deixarmos de ver as ameaças reais. É a chamada "paranoia do tigre de papel", que cria ansiedade desnecessária e torna mais difícil ver as ameaças reais e enfrentá-las.
  • Observe se você não está superestimando ameaças e subestimando seus recursos para lidar com elas. Note que, no geral,você está bem agora. Ajude-se a se sentir o mais seguro possível.
  • A raiva provoca muito desgaste corporal e mental, além de alimentar conflitos. Você pode ser poderoso e assertivo sem se irritar.
  • A raiva vem em dois estágios: a preparação e o gatilho. Tente agir rapidamente a fim de reduzir a preparação e também reagir ao gatilho na devida proporção. Tome cuidado com o moralismo e o excesso de culpabilização e desacelere as interações para evitar a "tomada do poder pela amigdala".
TERCEIRA PARTE.  
CAPÍTULO 8.
MOTIVAÇÃO.

Sabedoria é escolher a felicidade maior em vez da menor. BUDA.

Neste capítulo, o tema é como nos motivamos e criamos as condições para sermos resilientes.

Resiliência é mais do que administrar estresse e dor e se recuperar de perdas e traumas. As pessoas resilientes também são capazes de buscar oportunidades diante de desafios. Elas conseguem começara fazer coisas benéficas, parar de fazer coisas prejudiciais e seguir em frente, dia após dia, sem muito estresse. Para ser resiliente dessa maneira, precisamos ajustar a maquinaria motivacional do cérebro.

O autor nos mostra que há uma diferença entre querer e gostar,entendendo esta diferença e priorizando o gostar, nos tornamos resilientes.

Perceba a diferença entre as sensações de gostar de algo e querer. Fique atento à sensação de tranquilidade no corpo. Observe que seus pensamentos permanecem abertos e flexíveis. Note que você pode apreciar algo sem a impulsividade estressante do querer.

Desenvolva familiaridade com a sensação de ter prazer - saborear uma refeição, rir com amigos - ao mesmo tempo que abandona qualquer desejo em relação a ela. Repetidamente assimile essa maneira de se relacionar com as coisas que aprecia, para que se torne cada vez mais natural.

Basicamente, há duas maneiras  de escalar as montanhas da vida: pela orientação ou pela crítica,
aproveitando o incentivador interior ou o critico interior.
Considere as diferenças entre essas duas abordagens:

ORIENTAÇÃO              CRITICA
Qual  a meta                   Qual não é a meta
O que está certo              O que está errado
Tom gentil                      Tom ríspido
Compassivo                    Desdenhoso
Constrói                          Destrói

Segue os pontos chaves:


  • Resiliência é mais do que se recuperar de adversidades. As pessoas resilientes continuam perseguindo suas metas diante de desafios. Por isso, aprender a regular a maquinaria motivacional do cérebro é um aspecto fundamental da resiliência.
  • Gostar é diferente de querer. O querer vem com uma sensação de insistência, impulsividade ou compulsão que é estressante e pode levar a comportamentos prejudiciais. Explore a experiência de gostar sem carência. Assimile repetidamente experiências de já estar satisfeito para construir um centro de contentamento. Então você poderá gozar os prazeres e ser ambicioso sem o estresse do querer.
  • O sistema nervoso simpático traz energia e paixão, mas, sem emoções positivas como felicidade e amor, a ativação simpática nos leva para o estresse da zona vermelha. Quando acelerar, tome cuidado com as emoções negativas e não pare de buscar maneiras de vivenciar as positivas.
  • O cérebro tem um circuito motivacional fundamental baseado na atividade da dopamina. Há variações naturais na quantidade de receptores de dopamina de cada indivíduo. As pessoas com menos receptores tendem a precisar de mais recompensas para permanecerem motivadas.
  • Treine esse circuito aumentando a associação entre recompensas e aquilo para o qual você gostaria de se motivar. Aumente a quantidade de recompensas, a atenção que lhes dá e sua sensibilidade a elas.
  • Muita gente pensa que precisa ser dura consigo mesma para continuar motivada, mas, em geral, o contrário é que é verdadeiro. Use a orientação em vez da crítica para se manter no caminho certo.


  • TERCEIRA PARTE.  
    CAPÍTULO 9.
    INTIMIDADE.

    Prefiro andar com um amigo no escuro do que sozinha na luz. HELEN KELLER.

    Intimidade x autonomia , este é a temática do capítulo.

    Quando há menos autonomia- quando alguém se sente esgotado, empurrando ou enredado por outras pessoas - há menos intimidade, principalmente com o passar do tempo.

    A empatia e sua importância . Disse o autor :

    Empatia é entrar em sintonia com as outras pessoas e entende-las. Ao se perceber centrado como "eu", você é empático sem se sentir sobrecarregado nem esmagado.

    A empatia é necessária para a intimidade. Ela nos ajuda a entender tons e nuances, ler corretamente as intenções, reconhecer a mágoa atrás da raiva e ver o ser atrás dos olhos do outro. Então podemos nos comunicar e interagir com mais habilidade.

    Em toda parte, a empatia cria pontes sobre as diferenças de um mundo multicultural. Ela nos ajuda a nos sentir sentidos, na frase de Dan Siegel. Vivemos em e como corpos individuais, todos mortais e, em geral sofrendo. A empatia é a base da sensação de que "não estou sozinho, há outros comigo, estamos nisso juntos, compartilhamos a mesma humanidade".

    Empatia não significa aprovação nem concordância. É possível senti empatia por alguém sem abrir mão dos próprios direitos e necessidades. Na verdade, a empatia é utilíssima em conflitos ou para conviver com pessoas de quem você não gosta muito. Entendê-las melhor pode ajudar no relacionamento com elas. E, se perceberem sua empatia, elas podem sentir mais ouvidas e ficar mais dispostas a ouvir você.

    Outra ferramenta mostrada pelo autor , é a virtude unilateral :

    A alternativa é a virtude unilateral, na qual você se vale da autonomia,da empatia, da compaixão e da bondade para ser honrado e responsável mesmo quando os outros não são.

    Essa postura simplifica tudo nos relacionamentos. Em vez de se perder no que os outros deveriam estar fazendo, você se concentra nas suas próprias ações.

    Essa abordagem também sustenta a capacidade de ação, pois se concentra sobre o que você tem
    influência, que é sobre si, e não sobre os outros.

    A virtude unilateral dá uma sensação boa por si só, tira sua atenção das preocupações negativas
    com os outros e o ajuda a sentir a "bem-aventurança da falta de culpa", pois você sabe que está fazendo o melhor possível.

    PONTOS CHAVES DO CAPÍTULO.
    • Todos os relacionamentos têm algum grau de intimidade,não só os românticos.
    • Um "eu" forte em meio ao "nós" promove intimidade. Essa sensação de autonomia pessoal é sustentada pelo estabelecimento de limites claros e pela afirmação da individualidade dentro da mente.
    • A empatia é necessária para a intimidade. No cérebro, diversas redes neurais nos ajudam a criar identificação com pensamentos, emoções e ações dos outros. Você pode desenvolver mais empatia dentro de si e aproveitar melhor essa empatia quando interagir com as pessoas.
    • Compaixão e bondade podem ser fortalecidas, como qualquer outro recurso psicológico. Reconheça o sofrimento, observe nossa humanidade compartilhada, separe aprovação de compaixão e internalize, deliberadamente, afeto pelos outros.
    • Concentrar-se nos defeitos dos outros cria impasses e ressentimento. É melhor treinar a virtude unilateral: concentre-se em suas próprias responsabilidades e no seu código pessoal de conduta sem se importar com o que os outros façam. Isso traz a "bem-aventurança da falta de culpa", reduz conflitos e aumenta a probabilidade de que o tratem bem.
    QUARTA PARTE.
    CAPÍTULO 10
    CORAGEM.

    Sábio será quem for pacífico,afetuoso e destemido. DARMAPADA. 

    Neste capitulo, veremos como nos proteger e nos defender de modo que fiquemos seguros na relação com outras pessoas e sintamos assim.

    Começaremos vendo como falar com o coração, com respeito próprio e habilidade. Depois examinaremos maneiras eficazes de nos afirmarmos.

    Reserve um momento para pensar no peso do que não é dito nos seus relacionamentos. Quais tem sido os efeitos desse silêncio sobre você e sobre as pessoas com quem você se relaciona?

    As vezes simplesmente não é possível, adequado nem seguro falar sobre um assunto, então precisamos utilizar nossos recursos interiores,como a autocompaixão.

    Comunicar-se de forma autêntica tem riscos, entre eles a vulnerabilidade emocional e, dependendo do assunto abordado, isso pode abalar o relacionamento. Eis algumas maneiras de manter o máximo de segurança ao se comunicar.

    Sabedoria é uma palavra pomposa, mas se resume à combinação de habilidade e bondade. Quando falar, o máximo que você pode fazer é tentar o melhor a partir de suas opções.

    O autor nas páginas 204 e 205 , alerta sobre decisões baseadas em fatos parciais.

    Pode ser constrangedor perceber quantas vezes temos apenas um quadro parcial do que está acontecendo e acabamos tendo uma reação da qual nos arrependemos. Portanto, tente desacelerar e descobrir a verdade.

    O que aconteceu realmente, em que condições? Isso pode colocar os acontecimentos sob uma luz mais neutra e até positiva. A outra pessoa realmente fez um acordo específico com você? Talvez tenha sido apenas um mal-entendido sincero.

    A história, o ambiente e o que você fez não alteram o que o outro fez ou  deixou de fazer. Se sua confiança foi abalada - num ponto pequeno ou em algo tao importante quanto o compromisso fundamental do outro de ser digno de confiança, é realmente importante abordar a questão.

    OS PONTOS CHAVES DO CAPÍTULO.


  • As ocasiões em que mais precisamos de coragem costumam ser quando falamos com os outros.
  • A comunicação franca e autêntica é fundamental em qualquer relacionamento significativo. Mas também é arriscada.A fim de torná-la segura para você, reconheça os perigos reais, fale sobre falar e separe o que é resolver problemas e o que é compartilhar experiências.
  • Falar com sabedoria significa dizer coisas bem-intencionadas,verdadeiras, benéficas, oportunas, sem rispidez e, se possível,desejadas.
  • Para garantir que alguém respeite seus pontos de vista,estabeleça os fatos e conheça seus próprios valores. Concentre-se nos resultados que deseja, consolide seus ganhos e enfatize o que vai acontecer a partir de agora. Faça pedidos,não exigências, e estabeleça acordos claros.
  • Os relacionamentos são inerentemente instáveis e precisam de ajustes. Um sinal de alerta soa quando alguém num relacionamento significativo não se dispõe a consertá-lo.
  • Quando fizer consertos, verifique bem se o que você desejava aconteceu Depois fique a seu favor e não fique sem graça de dizer aos outros que o desapontaram, feriram ou maltrataram Se necessário, escolha o relacionamento ate um tamanho e um formato seguros para você.

  • QUARTA PARTE.
    CAPÍTULO 11
    ASPIRAÇÃO.
    Diga que planeja  fazer com sua vida única,selvagem e preciosa?MARY OLIVER

    Neste capitulo o autor se concentrou em discutir as necessidades de satisfação esforçando-se e alcançando resultados importantes para você, como aprofundar um relacionamento íntimo, obter um emprego melhor ou crescer rumo a um novo modo de ser em casa ou no trabalho. Buscar as metas as estando, ao mesmo tempo,em paz com o que acontecer.

    Para seguir seus sonhos de maneira concreta, consideremos trés áreas fundamentais da vida:
    • Amor: 
    • Trabalho:
    • Brincadeira.
    Reserve algum tempo para avaliar cada área, sabendo que elas podem se sobrepor um pouco.

     Um modo eficaz de melhorar cada uma dessas áreas da vida é aumentar o grau em que elas se baseiam em seus:
    •  Gostos: atividades, situações e temas que lhe dão prazer.
    • Talentos: capacidades inatas e naturais de todo tipo, como escrever,consertar máquinas, fazer graça, liderar reuniões, manter a calma sob pressão, cozinhar, compor música ou tocar um instrumento.
    • Valores: as coisas que são importantes para você, como seus filhos ou a preservação do meio ambiente.
    Imagine que seus gostos, talentos e valores formam círculos distintos. A interseção de dois círculos quaisquer é boa, e a interseção dos três círculos é o ideal. Por exemplo, é provável que você se realize e tenha sucesso no seu trabalho se ele combinar o que você realmente gosta de fazer com aquilo em que é naturalmente bom e com o que lhe é muito importante.

    O autor nos faz acreditar que temos que buscar a  aspiração sem apego:

    " ter grandes sonhos e correr atrás deles com dedicação, mas ao mesmo tempo estar em paz com o que acontecer. através da mentalidade de crescimento."

    A expressão "mentalidade de crescimento" vem da pesquisa de Carol Dweck sobre pessoas que se concentram mais no esforço de aprender e crescer do que no resultado que obtêm.

    As pessoas com mentalidade de crescimento tendem a ser mais felizes, mais resilientes e mais bem-sucedidas.

    Pense numa grande meta e em como seria redefinir o sucesso em termos de desenvolver novas habilidades, entender melhor os outros ou adquirir conhecimento. Aconteça o que acontecer, você já teve sucesso.

    segue os PONTOS-CHAVE do capítulo.
    • Quando somos jovens, temos sonhos e esperanças. O que aconteceu com seus sonhos ao longo do caminho?
    • As pessoas se afastam de seus sonhos por várias razões. Em geral, elas tentam evitar "experiências temidas". Considere quanto sua vida melhoraria caso você se arriscasse a ter essas experiências.
    • No amor, no trabalho e no lazer, encontre o ponto ideal na interseção de três círculos: o que você gosta, o que tem talento para fazer e o que é importante para você.
    • Os dias podem ser longos, mas os anos são curtos. Use o tempo que tem.
    • Tenha grandes metas e esteja em paz com os resultados; tenha uma mentalidade de crescimento; saiba que fracassar não é problema e não leve o que acontecer para o lado pessoal.
    • Ofereça o melhor que puder e saiba que, depois disso, a situação não está mais nas suas mãos.
    QUARTA PARTE.
    CAPÍTULO 12
    GENEROSIDADE.

    Quem dar aumentará suas virtudes,DIGHA NIKAYA ,2,197 .

    No dia a dia, rotineiramente separamos as pessoas em dois grupos quem gosta de mim e quem não gosta de mim, quem pertence aos mesmos grupos que eu (talvez com base em gênero, etnia, religião ou crenças politicas) e quem não, "nós' e "eles". Estudos mostram que tendemos a ser generosos
    "conosco" e críticos, desdenhosos e hostis "com eles". Os conflitos nós contra eles" acontecem em famílias, escolas, na politica do escritório, na politica pública e nas guerras frias e quentes,

    Para a humanidade como um todo, o "nós contra eles funcionou na Idade da Pedra, mas com bilhões de pessoas vivendo hoje de forma interdependente, prejudicar a "eles" é prejudicar a "nós".

    Segue os PONTOS CHAVES do capítulo.
    • Os seres humanos são naturalmente altruístas. A maior parte da generosidade não envolve dinheiro. Apreciar-se como doador o ajuda a continuar doando.
    • Para dar compaixão sem sermos esmagados pelo sofrimento dos outros, precisamos de equanimidade, que pode ser cultivada quando vemos o sofrimento em seu contexto mais amplo, agimos da melhor maneira possível e reconhecemos o que já fizemos.
    • Há duas maneiras de perdoar. Sem oferecer o perdão total,você ainda pode se desvencilhar do ressentimento, considerando o ponto de vista da outra pessoa, escolhendo deliberadamente perdoar e deixando ir toda a má vontade.
    • Para conceder o perdão total, pense na pessoa que o prejudicou como um ser humano completo, com muitas facetas e, lá no fundo, um bom coração. Tenha também compaixão,reconheça o remorso e veja o que aconteceu como um rodamoinho num vasto rio de causas.
    • Para se conceder o perdão total, assuma a responsabilidade pelo que fez, sinta o remorso adequado, repare os danos,peça perdão e perdoe-se ativamente.
    • Muitas vezes por dia, dividimos as pessoas em dois grupos. Tendemos a cooperar "conosco, mas tememos e atacamos "eles". É generoso expandir o círculo de "nós"para incluir eles, e isso é necessário para todos vivermos juntos e em paz.
    • Ao cultivar potencialidades interiores como compaixão e coragem, você desenvolve o bem-estar resiliente. Isso lhe oferece mais para oferecer aos outros, e então eles terão mais para oferecer a você, numa linda espiral ascendente.
    Pessoal, livro realmente excelente, viajei pelo coração e aprendi como através da razão, podemos melhorar nossos relacionamentos. Compre o livro, leia completamente.

    abraços.


























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    segunda-feira, 21 de outubro de 2019

    SCRUM.



    Livro: SCRUM 
    Autor: Jeff Sutherland
    A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo.
    Quantidade de páginas : 190.

    O livro trás toda história de como nasceu o método de gestão ágil SCRUM. Neste resumo , focarei no como implantar o método SCRUM,contudo resumirei cada capítulo de acordo com este foco e não na ordem do livro.  São 09 capítulos que vai mudar a produtividade e despertar a felicidade durante o trabalho.



    O livro e seus 11 tópicos no enfoque do como:



    1. Escolha um Dono do Produto.






     Essa pessoa é a responsável pela visão do que você vai fazer ou conseguir. Ela leva em consideração os riscos e os benefícios, o que é possível, o que pode ser feito e o que desperta a paixão na equipe. (Consulte o Capítulo 8, Prioridades, para obter mais informações) .


    2. Escolha uma equipe.





     Quem serão as pessoas que realmente trabalharão no projeto? Essa equipe precisa ter todas as habilidades necessárias para pegar a visão do Dono do Produto e transformá-la em realidade. As equipes devem ser pequenas; entre três e nove pessoas é o princípio básico. (Consulte o Capítulo 3, Equipes, para obter mais informações)

    3. Escolha um Mestre Scrum.




    Essa pessoa vai orientar o restante da equipe em relação à estrutura do Scrum, além de ajudar a eliminar qualquer obstáculo que os esteja deixando mais lentos. (Consulte o Capítulo 4, O Desperdício é Um Crime, para obter mais informações)

    4. Crie e priorize uma lista de Pendências do Produto. 

    Trata-se de uma lista detalhada de tudo que precisa ser feito ou construído para transformar a visão em realidade. Essas Pendências existem e evoluem durante o desenvolvimento do produto; elas são o mapa dele. Em qualquer fase do projeto, são a única e definitiva visão de “tudo que precisa ser feito pela equipe a qualquer momento, em ordem de prioridade”. Só existe uma lista de Pendências; isso significa que o Dono do Produto precisa tomar decisões em relação às prioridade durante todo o processo; ele deve consultar todos os stakeholders e a equipe para se certificar de que elas representam tanto o que as pessoas querem, quanto o que pode ser construído. (Consulte o Capítulo 8, Prioridades, para obter mais informações)

    5. Aperfeiçoe e faça estimativas para as Pendências do Produto.

    É crucial que as pessoas que irão realmente concluir os itens da lista façam as estimativas de quanto esforço eles exigirão. A equipe deve olhar para cada item das Pendências e ver se aquilo é factível. Existem informações suficientes para conclui-lo? Ele é pequeno o suficiente para ser estimado? Existe uma definição de “Feito”? Ele cria valor visível? Cada item deve poder ser mostrado, demonstrado e, esperançosamente, ser enviado. Não estime as Pendências em horas, porque as pessoas são péssimas nesse tipo de previsão. Faça isso usando uma classificação relativa por tamanho: Pequeno, Médio ou Grande. Ou, melhor ainda, use a sequência de Fibonacci e faça estimativas de pontos para cada item: 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21 etc. (Consulte o Capítulo 6, Planeje a Realidade, Não a Fantasia, para obter mais informações) 

    6. Planejamento do Sprint. 

    Esta é a primeira das reuniões Scrum. A equipe, o Mestre Scrum e o Dono do Produto se reúnem para planejar o Sprint, que sempre tem uma duração definida de tempo menor que um mês. A maioria das pessoas define Sprints de uma ou de duas semanas. As equipes olham para as tarefas no topo das Pendências e estimam o quanto podem fazer naquele Sprint. Se a equipe já está trabalhando a alguns Sprints, ela deve pegar tarefas que totalizem o mesmo número de pontos do Sprint anterior. Esse número é conhecido como a Velocidade da equipe. O Mestre Scrum e a equipe devem tentar aumentar o número de pontos a cada Sprint. Essa é outra chance para a equipe e o Dono do Produto se certificarem que todos entendem como os itens vão satisfazer a visão. Além disso, durante essa reunião todos devem concordar com um Objetivo do Sprint.

    Um dos pilares do Scrum é que, uma vez que a equipe se comprometeu com o que acredita ser capaz de fazer em um Sprint, é isso. Ele não pode ser mudado, nada pode ser acrescentado. A equipe deve trabalhar de forma autônoma durante o Sprint para concluir o que previu que conseguiu. (Consulte o Capítulo 6, Planeje a Realidade, Não a Fantasia, para obter mais informações.).

    7. Torne o trabalho visível. 

    O melhor jeito para se fazer isso no Scrum é criar um Quadro Scrum com 6 colunas: 

    • História do usuário; 
    • Pendencia;
    • A fazer;
    • Fazendo;
    • Em revisão /garantia de qualidade;
    • Feito. 


     História do usuário . É preciso escrever  histórias curtas. Ao escrever as suas histórias, porém, você deve se certificar de que elas sejam curtas o suficiente para que você consiga estimá-las. 

    Imagine a história da Amazon.com: “como cliente, eu quero a maior livraria virtual do mundo para que eu possa comprar qualquer livro no instante que eu desejar”.

    Agora, essa história certamente engloba a Amazon, mas, na verdade, é grande demais para que possamos fazer qualquer coisa com ela. Precisamos dividi-la. Dividi-la mesmo. Você pode escrever histórias como estas para uma livraria virtual:

    • “Como cliente, eu quero poder navegar pelos livros por gênero, para que eu possa encontrar o tipo de livros de que eu gosto.” 

    • “Como cliente, eu quero colocar um livro em um carrinho de compras, para que eu possa comprá-lo.” 

    • “Como gerente de administração de produtos, eu quero poder rastrear as compras de um cliente, para que eu possa oferecer livros específicos para ele, com base nas compras anteriores.”

    Cada história dessa é um Sprint.
    Post-its representam os itens que precisam ser concluídos e a equipe os move pelo Quadro Scrum à medida que forem concluídos, um a um.

     Outro modo de tonar o trabalho visível é criar um Gráfico de BurnDown.
     Um eixo é o número de pontos que a equipe definiu para o Sprint, e o outro é o número de dias.





     Todos os dias, o Mestre Scrum soma o número de pontos concluídos e os marca no gráfico. O ideal é que haja uma ladeira descendo pelo gráfico até chegar ao zero no último dia do Sprint. (Consulte o Capítulo 7, Felicidade, para obter mais informações) 

    8. Reuniões Diárias ou Scrum Diário.



    Este é o ritmo do Scrum. Todos os dias, no mesmo horário, durante não mais do que 15 minutos,EM PÉ , a equipe e o Mestre Scrum se reúnem para responder a três perguntas:

    1.  O que você fez ontem para ajudar a equipe a concluir o Sprint? 
    2.  O que você vai fazer hoje para ajudar a equipe a concluir o Sprint?
    3.  Existe algum obstáculo impedindo você ou a equipe de alcançar o objetivo do Sprint?
    Isso é tudo. A reunião inteira. Se ela levar mais do que 15 minutos, você está fazendo alguma coisa errada. Isso serve para ajudar a equipe inteira a saber exatamente em que ponto estão no Sprint. 

    Todas as tarefas serão concluídas a tempo? Existem oportunidades para ajudar os outros membros da equipe a superarem os obstáculos? Não há designação de tarefas vindas de cima — a equipe é autônoma; são eles que fazem isso. Não há qualquer relatório detalhado para os gestores.

     O Mestre Scrum é responsável por resolver qualquer obstáculo ou impedimento para o progresso da equipe. (Consulte o Capítulo 4, Tempo, e o Capítulo 6, Planeje a Realidade, Não a fantasia, para obter mais informações)

    9. Revisão ou Demonstração do Sprint. 

    Trata-se da reunião na qual a equipe mostra o que conseguiu fazer durante o Sprint. Qualquer pessoa pode participar, não apenas o Dono do Produto, o Mestre Scrum e a equipe, mas também os stakeholders, os gestores, os clientes, e qualquer outra pessoa. 

    Esta é uma reunião aberta na qual a equipe demonstra o que conseguiu colocar na coluna Feito. A equipe só deve demonstrar o que satisfaz a Definição de Feito. O que está total e completamente concluído e pode ser entregue sem qualquer trabalho adicional. Pode não ser o produto completo, mas deve ser um atributo concluído do produto. (Consulte o Capítulo 4, Tempo, para obter mais informações).

    10. Retrospectiva do Sprint.

    Depois que a equipe mostrou o que conseguiu fazer no Sprint anterior — aquilo que está “Feito” e pode ser entregue para clientes para obtenção de feedback —, eles se reúnem e pensam no que deu certo e o que poderia ter sido melhor, e o que podem melhorar no próximo Sprint.

    • Qual é o aprimoramento no processo que eles, como uma equipe, podem implementar de forma imediata? Para ser eficaz, essa reunião requer certa dose de maturidade emocional e atmosfera de confiança. O importante é lembrar-se sempre de que você não está procurando culpados; está olhando para o processo. 
    • Por que aquilo aconteceu assim? 
    • Por que você não percebeu aquilo?
    • O que poderia ter acontecido para sermos mais ágeis? 

    É essencial que as pessoas na equipe assumam a responsabilidade pelo processo e seus respectivos resultados, e que busquem soluções como uma equipe. Ao mesmo tempo, elas têm de ter coragem de levantar as questões que realmente as incomodam, de forma que a solução seja orientada, em vez de acusadora. E o restante da equipe precisa ter maturidade para ouvir o feedback , absorvê-lo e procurar uma solução, em vez de assumir uma postura defensiva. No final da reunião, a equipe e o Mestre Scrum devem chegar a um acordo sobre um aprimoramento no processo que será implementado no Sprint seguinte. Tal aprimoramento no processo, às vezes, é chamado kaizen, e deve ser colocado nas pendências do próximo Sprint, acompanhado de testes de aceitação. Desse modo, será fácil para a equipe verificar se o aprimoramento realmente foi implementado, e que
    efeito ele teve sobre a velocidade. (Consulte o Capítulo 7, Felicidade, para obter mais informações)

    11. Comece imediatamente o próximo Sprint, considerando a experiência da equipe com os impedimentos e os aprimoramentos no processo. 










    terça-feira, 1 de outubro de 2019

    A arte da guerra.

    A ARTE DA GUERRA.
    OS TREZES CAPÍTULOS ORIGINAIS 

    Autor: Sun Tzu.


    ESTRUTURA DO LIVRO.

    uCapitulo I –Planos e Análise
    uCapitulo II-Táticas de Guerra
    uCapítulo III- Estratégias de Ataque
    uCapitulo IV- Disposições Táticas
    uCapítulo V - Estratégia Militar
    uCapítulo VI - Pontos Fracos e Fortes
    uCapitulo VII- Manobras
    uCapitulo VIII-Variações Táticas
    uCapítulo IX-O Exército em Marcha
    uCapitulo X –Terreno
    uCapitulo  XI- As Nove Situações
    uCapitulo XII-Ataque pelo Fogo

    uCapitulo XIII- O Uso de Espiões.

    USEI UMA VERSÃO CLÁSSICA , MAS TRILÍNGUE ,(INGLÊS , ESPANHOL E PORTUGUÊS ), PARA LEMBRAR QUE OUTROS,  EM TODO MUNDO, ESTUDA TAMBÉM AS ESTRATÉGIAS DE SUN TZU.

    Capitulo I –Planos e Análise.

    Sun Tzu disse: a arte da guerra é de vital importância para o Estado, e uma questão de vida ou morte, um caminho que pode levar tanto a salvação quanto a ruína. Portanto, deve ser examinada com astúcia e jamais negligenciada.


    A arte da guerra é regida por cinco fatores constantes e importantes:
    1. Moral: as pessoas devem estar em pleno acordo com suas regras para segui-las cegamente. (castigos e prêmios justamente aplicados)
    2. Clima: significa dia e noite, o frio e o calor, as variações climáticas.
    3. Terreno: engloba as distâncias, que podem ser imensas ou pequenas de caminhos seguros ou imprevisível
    4.Líder: (ou comandante) deve se fazer presente pelas virtudes do saber, da verdade, benevolência, coragem e rigor
    5. Método e disciplina: são as formas de organização da tropa,... questões como a manutenção das estradas pelas quais suprimentos deverão chegar ao exército ou o controle das despesas militares devem ser sempre analisados.


    Capitulo II -Táticas de Guerra.    

    Sun Tzu disse: em operações de guerra, serão necessárias mil peças de ouro por dia de guerra para manter um exército de cem mil homens. Gastos com transporte,enviados secretos e conselheiros, bem como os suprimentos necessários para mantê-los e leva-los a uma distância de mil li* em expedições. Seja em território amigo ou hostil, o consumo de pequenos itens, incluindo entretenimento, deve ser contabilizado.

    Neste capítulo o autor mostra que o sucesso na guerra  depende da rapidez de terminar um conflito. Guerras duradouras custam muito ao estado, Além disso, o armamento se desgastará, seus soldados ficaram cansados e o animo se dissipará.

    Sun Tzu completa ... Ainda que tenha ouvido falar que atitudes precipitadas são imprudente, não acredito que a esperteza esteja associadas a decisões demoradas.  

    Capitulo III –Estratégias de Ataque.

    Sun Tzu disseNa arte da guerra, o melhor é manter o país inimigo intacto. O melhor é capturar o inimigo incólume ao invés de destruí-lo, capturar o regimento, uma divisão com alguns poucos homens ou uma companhia inteira. Aniquilar um exército inimigo é apenas a segunda melhor opção. Portanto, lutar e vencer em todas as batalhas não constitui o sucesso absoluto: o sucesso absoluto consiste em quebrar a resistência do inimigo sem precisar lutar.

    A melhor estratégia militar é frustar os planos inimigos. A segunda melhor é prevenir alianças de forças inimigas, e a terceira é atacar o exercito armado em seu próprio campo.  
    O autor menciona cincos fatores essências para vencer uma guerra : ataque, estratégia,alianças, exércitos e cidades defendidas.
    Por último uma das frases mais repetidas de Sun Tzu e ainda bastante atual. " Aquele que tem autoconhecimento e conhece também ao inimigo, estará sempre a salvo ( em 100 batalhas 100 vitórias) . Aquele que possuem apenas autoconhecimento, pode tanto ganhar quanto perder ( em 100 batalhas , 50 perde e 50 ganha), já aquele que desconhece tanto a si mesmo quanto a seus inimigos, sucumbira a todas as batalhas ( 100 batalhas , 100 derrotas).


    Capitulo IV – Disposições Táticas.

    Sun Tzu disse: deste a antiguidade os bons combatentes colocam-se fora da possibilidade de derrota, e então esperam ate que o inimigo exponha suas deficiência,para então ter a oportunidade de derrotar o inimigo.     

    O posicionamento tático do exército, permite batalhar apenas quando já está assegurado a vitória , enquanto que aquele que é destinado a perder primeiro vai à luta,para depois ir à procura da vitória.
    Capitulo V – Estratégia Militar.
    Sun Tzu disse:  o controle de uma grande força segue o mesmo principio do controle de uma  pequena tropa: é uma mera questão de números. 

    Comandar um exército e comandar um soldado é a mesma coisa, tudo depende da estrutura e da metodologia usada.

     O leitor pode perceber que o livro traz somente dois métodos de ataque , o direto e o indireto, mas assim como só existem 5 cores primarias e a combinação entre elas, produza  infinitas combinações de cores. os dois métodos dão origem a infinidades de manobras táticas.

    Capitulo VI – Pontos fortes e fracos. 

    Sun Tzu disse: em geral,aquele que for o primeiro a ocupar o campo e aguardar a chegada do inimigo estará descansado para o combate. Aquele que chegar depois ao campo de batalha e se precipitar para entrar em combate estará exausto.

    Neste capítulo,o autor explica que a divina arte da sutileza e que o destino de seus inimigos estão em suas mãos e  que o general deve aprender maneiras de se tornar invisível e inaudível. Avançado pelo lado fraco do inimigo.
    Todos podem perceber as táticas pelas quais se vence uma batalha; mas o que ninguém consegue enxergar é a estratégia existente por trás da vitória absoluta.


    Capitulo VII – Manobras. 

    Sun Tzu disse: na guerra, o general que recebe comandos do soberano deve concentrar suas forças,deve combinar e harmonizar os diferentes elementos para criar um exército engajado.Depois disso vêm as táticas de manobras,e nada é mais difícil.

    São estudados os diversos tipos de manobras militares , e sobretudo como tornar nosso caminho o melhor possível e do inimigo o mais sinuoso possível.

    Pondere e tome decisões antes de se movimentar. Ao cercar um exército, deixe uma saída,caso contrário o inimigo lutará até a morte.

    Capitulo VIII – Variações Táticas. 

    Sun Tzu disse: ao receber ordem de seu soberano,o general deve reunir o exército e concentrar suas forças.Quando estiver em locais difíceis,não acampe. Em países cujas altas rotas se intersectam, dê as mãos aos seus aliados. Não prolongue a estada em posições perigosamente isoladas. Em situações de confinamentos recorra a estratégias, em posição de desespero,é preciso lutar. 

    São revelados as cincos falhas que podem afetar um general:

    • Imprudência - que leva a destruição;
    • Covardia - que leva à captura;
    • Temperatura vulnerável - o que pode provocar o descontrole;
    • Sensibilidade de honra e vergonha - um general não deve se ofender intempestivamente e buscar a reparação;
    • Compaixão em excesso com seus homens,o que o expõe a preocupações e problemas.    

    Capitulo IX – O Exército em Marcha. 


    Sun Tzu disse: observe os sinais do inimigo. Atravesse rapidamente as montanhas,e mantenha-se nas vizinhanças dos vales. Acampe em locais altos e ensolarados e não escale ao topo da montanha para lutar.

    O momento certo das movimentações e como deve ocorrer as movimentações dos exércitos,é sobre isso que o autor escreveu neste capítulo.

    Capitulo X – Terreno. 

    Sun Tzu disse: as principais configurações de terrenos são: acessível,complicado,indeciso,estreito,acidentado e distante.

    É explicado os seis tipos de terrenos, as vantagens e desvantagens de cada um dele. Não respeitar as lições de Sun Tzu, podem ocorrer as seguintes calamidades:

    1. Debandagem;
    2. Insubordinação;
    3. Colapso;
    4. Ruína;
    5. Desorganização;
    6. Derrota.
    Por isso se diz que : se você conhece o inimigo e a si mesmo, a vitória é inquestionável. Se conhece o terreno e as condições, você pode torna sua vitória absoluta.

    Capitulo XI – As nove situações. 


    Sun Tzu disse: a arte da guerra reconhece nove variedades de território: o dispersivo,o agradável, o controverso, o aberto, o de intersecção de estrada, o terreno crítico, o difícil,o vulnerável e o perigoso.

    Mas uma vez o autor mostra que o conhecimento é a solução para os problemas, neste caso especifico, conhecimento sobre os vários tipos de territórios e o que deve fazer em cada um deles.

    Segundo Sun, a agilidade é a essência da guerra : tire vantagem do despreparo do inimigo...o sucesso da guerra é conquistado por meio do estudo cuidadoso dos propósitos dos inimigos. Realmente é um conselho atual, estando em guerra ou não.

    Capitulo XII– Ataque pelo Fogo. 

    Sun Tzu disse: existem cinco maneiras de atacar com fogo. O primeiro é queimar os soldados em seus acampamentos;o segundo é queimando provisões;o terceiro é queimar transporte e equipamentos;o quarto, queimar arsenais e depósitos;e,o quinto,é lançar fogo contínuo ao inimigo.

    Neste capítulo, é mostrado a importância de usar uma equipe preparada (treinada) e uma arma que talvez nos tempos atuais poderia ser equivalente a uma arma de "destruição em massa", o fogo. Discorre sobre como as pessoas reage em situações assim e o que devemos fazer. Mas finaliza (pag, 71) que nenhum líder deve colocar tropa no campo apenas para reparar sua própria angustia. Nos mostra que o enfretamento deve ser a última solução e quando temos certeza que a vitória é certa.

    Capitulo XIII – O uso de Espiões. 

    Sun Tzu disse: construir uma tropa de cem mil homens e conduzi-los à grandes distâncias gera grande perdas de pessoas e o escoamento de recurso de estado.  

    A lição mais importante neste capítulo é a informação. Uso de espião foi a melhor maneira defendida por Sun Tzu. Hoje em organizações exponenciais ( veja resumo do livro neste blog), obtém uma rede de informações valiosas com custo baixíssimo.

    Espiões ( informação) são a essência da arte da guerra;porque deles depende a capacidade do exército de se locomover.

    Resumo do livro em frases.
    A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar.
    O que é de suprema importância na guerra é atacar a estratégia do inimigo.
    A velocidade é a essência da guerra. Tire proveito do despreparo do inimigo; viaje por rotas inesperadas e atinja-o onde ele não tomou precauções.
    Toda guerra é baseada no engano. Por isso, quando capazes de atacar, devemos parecer incapazes; ao utilizar nossas forças, devemos parecer inativos; quando estamos perto, devemos fazer o inimigo acreditar que estamos longe, quando longe, devemos fazê-lo acreditar que estamos perto.
    Trate seus homens como se fossem seus próprios filhos amados. E eles irão segui-lo no mais profundo vale. 


    Documentário no History Channel com "casos atuais " e lições da arte da guerra.