sábado, 11 de março de 2023

RESUMO DO LIVRO - A HISTÓRIA DA FILOSOFIA

 



RESUMO .


O livro "A História da Filosofia" de Will Durant é uma obra abrangente que oferece uma visão geral da evolução do pensamento filosófico desde os filósofos pré-socráticos até o século XX. O livro é dividido em onze volumes, cada um abordando um período específico da história da filosofia.

Ao longo da obra, Durant explora as principais ideias e debates filosóficos de cada época, bem como a vida e obra dos filósofos mais influentes. Ele também examina as conexões entre o pensamento filosófico e a cultura e política de cada período histórico.

Além de apresentar a história da filosofia de forma acessível e envolvente, Durant também estabelece conexões entre as ideias dos filósofos do passado e as questões e desafios enfrentados pela sociedade contemporânea. Ele argumenta que muitos dos problemas e dilemas enfrentados pelo mundo moderno têm raízes na filosofia e pensamento do passado, e que a compreensão dessas ideias pode nos ajudar a lidar com esses desafios de forma mais eficaz.

Em suma, "A História da Filosofia" de Will Durant é uma obra abrangente e perspicaz que oferece insights valiosos sobre a evolução do pensamento filosófico e sua relevância para o mundo contemporâneo.


A HISTÓRIA DA FILOSOFIA

terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

A REVOLTA DE ATLAS.

 




"A Revolta de Atlas" é um romance filosófico escrito por Ayn Rand e publicado em 1957. A história se passa em um futuro próximo, em um mundo em que a economia está em colapso e a sociedade está à beira do colapso. O personagem principal é Dagny Taggart, uma executiva ferroviária que tenta salvar sua empresa da falência. Ela descobre uma nova fonte de energia, mas é confrontada com a oposição de um governo cada vez mais intervencionista e de empresários corruptos que se aproveitam do sistema.

Enquanto isso, o mundo está sendo tomado por uma filosofia chamada "altruísmo", que prega que a felicidade pessoal é imoral e que as pessoas devem viver em benefício dos outros. Os personagens que seguem essa filosofia são retratados como parasitas, que vivem às custas dos produtores e criadores.

O personagem central da filosofia oposta, que Rand chama de "objetivismo", é John Galt, um gênio que lidera uma revolta de empresários e inventores que se recusam a ser explorados pelo governo e pelos parasitas da sociedade. Eles se escondem em uma cidade secreta nas montanhas e planejam uma greve para mostrar ao mundo o valor do trabalho individual e a importância da liberdade econômica.

Ao longo do livro, Rand explora os temas da liberdade individual, da moralidade egoísta e do papel do governo na economia. Ela argumenta que o altruísmo é uma filosofia falha e que o objetivismo é a única maneira de alcançar a felicidade e a prosperidade pessoais e sociais. A Revolta de Atlas é considerado um clássico da literatura libertária e uma das obras mais influentes do século XX depois da Bíblia.


RESUMO DO LIVRO EM PREZI (NÃO DEIXE DE VER O RESUMO NO YOUTUBER)

RESUMO DO LIVRO EM PREZI.









domingo, 19 de fevereiro de 2023

 

Por que nossos gerentes são tão despreparados?

Minha carreira profissional e especificamente nos últimos anos na atuação como consultor me fez experenciar, como mentor ou como suporte aos gerentes as incríveis faltas de preparação para se “sentar” nesta cadeira.

Alguns sem vocação ou entendimento do quer é ser gerente, uns acham que o “poder” que acham ou tem: demitir, contratar ou simplesmente participar de uma hierarquia de poder que os deixa com egos inflados. Parece absurdo, mas às vezes conversamos o dia todo com um sujeito nesta posição e temos a certeza que ele não conhece do negócio, de pessoas e muito menos se conhece.

Vamos discutir algumas possíveis razões pelas quais podemos considerar que alguns gerentes são despreparados.

Jack Welch nos lembrou em sua famosa frase que escreveu ontem sobre hoje. “No futuro todos os líderes serão Coaches. Quem não desenvolver essa habilidade, automaticamente será descartado pelo mercado.”

O problema é que além de não serem Coaches em sua maioria não aceitam um Coaches, somada a uma das possíveis razões para que alguns gerentes possam ser considerados despreparados é a falta de treinamento e desenvolvimento profissional. Muitas vezes, os gerentes são promovidos com base em suas habilidades técnicas ou tempo de serviço na empresa, sem receber treinamento adequado em gestão e liderança. Essa falta de preparação pode levar a problemas na gestão de equipes e recursos, o que pode prejudicar a produtividade e a moral dos funcionários.

A principal função de um gerente é cuidar das pessoas, segundo Chiavenato “As pessoas passam a significar o diferencial competitivo que mantém e promove o sucesso organizacional: elas passam a ser a competência básica da organização, a sua principal vantagem competitivas em um mundo globalizado, instável, mutável e fortemente competitivo”. Além disso, alguns gerentes podem enfrentar desafios ao tentar lidar com diferentes personalidades e comportamentos em sua equipe. A falta de habilidades interpessoais e de comunicação pode levar a conflitos e a um ambiente de trabalho tóxico. A ausência de feedback construtivo e uma cultura de comunicação aberta também podem contribuir para um ambiente de trabalho improdutivo.

 

Outro fator que pode contribuir para a percepção de que alguns gerentes são despreparados é a falta de diversidade e inclusão no ambiente de trabalho. Quando as equipes são homogêneas, é menos provável que os gerentes tenham uma compreensão completa das necessidades de seus funcionários, o que pode levar a uma falta de engajamento e motivação. A diversidade e inclusão no ambiente de trabalho se referem à criação de um ambiente que valoriza e respeita a diversidade de características e experiências dos funcionários, incluindo, mas não se limitando a, gênero, raça, etnia, orientação sexual, idade, habilidades físicas e mentais, religião, cultura e origem socioeconômica. A inclusão é importante porque um ambiente de trabalho diverso e inclusivo pode levar a uma maior inovação, criatividade e produtividade. Também pode melhorar a retenção de funcionários e a reputação da empresa.

 

Além disso, os gerentes também podem ser prejudicados por problemas sistêmicos em suas empresas, como uma cultura de microgerenciamento ou uma pressão excessiva por resultados. Esses fatores podem tornar mais difícil para os gerentes gerenciarem efetivamente suas equipes e cumprir seus objetivos. O microgerenciamento é uma prática comum em muitas empresas, na qual os gerentes supervisionam de perto as atividades de seus subordinados, muitas vezes até o nível mais detalhado. Embora essa abordagem possa parecer benéfica em alguns casos, também pode ter conseqüências negativas nos resultados da empresa.

Desvantagens do Microgerenciamento:

Embora o microgerenciamento possa parecer uma abordagem eficaz para garantir que as tarefas sejam realizadas corretamente, essa abordagem tem várias desvantagens. Primeiro, o microgerenciamento pode levar a uma perda de autonomia para os funcionários, que são obrigados a seguir as instruções do gerente sem a capacidade de tomar suas próprias decisões. Isso pode levar a uma diminuição da motivação e satisfação no trabalho, resultando em funcionários menos engajados e menos produtivos.

Além disso, o microgerenciamento pode levar a uma sobrecarga de trabalho para o gerente, que precisa monitorar constantemente as atividades dos funcionários. Isso pode resultar em menos tempo para outras tarefas importantes, como planejamento estratégico e tomado de decisões de longo prazo. Por fim, o microgerenciamento também pode resultar em uma falta de inovação e criatividade, pois os funcionários são impedidos de explorar novas idéias e abordagens.

Alternativas ao Microgerenciamento:

Embora o microgerenciamento possa parecer uma abordagem eficaz em curto prazo, existem alternativas mais eficazes para gerenciar equipes. Uma abordagem mais eficaz é o gerenciamento baseado em resultados, no qual os gerentes estabelecem metas claras para seus funcionários e permitem que eles determinem o melhor caminho para alcançá-las. Isso permite que os funcionários tenham mais autonomia e controle sobre seu trabalho, o que pode aumentar sua motivação e satisfação no trabalho.

 

Além disso, o gerenciamento baseado em resultados também pode levar a uma maior inovação e criatividade, pois os funcionários têm mais liberdade para explorar novas idéias e abordagens para atingir seus objetivos. Isso pode levar a soluções mais eficazes e eficientes para os desafios enfrentados pela empresa.

Outra abordagem eficaz é o gerenciamento participativo, no qual os gerentes trabalham em colaboração com seus funcionários para tomar decisões importantes. Isso pode levar a uma maior confiança e respeito entre gerentes e funcionários, resultando em uma equipe mais coesa e motivada. Além disso, o gerenciamento participativo pode levar a uma maior criatividade e inovação, pois os funcionários são incentivados a compartilhar suas idéias e perspectivas únicas.

Por último um gerente sobre tudo os iniciantes na função precisam de Mentores, uma vez que um intelectual não pode ser comparado com alguém que já tenha atingido a realização.  

Parte superior do formulário

 

Em conclusão, é importante lembrar que cada situação é única e que é obvio que nem todos os gerentes são despreparados. No entanto, algumas das possíveis razões pelas quais algumas pessoas podem considerar que alguns gerentes são despreparados incluem a falta de treinamento e desenvolvimento profissional, a ausência de habilidades interpessoais e de comunicação, a falta de diversidade e inclusão no ambiente de trabalho e problemas sistêmicos em suas empresas. Abordar esses problemas pode ajudar a melhorar a qualidade do gerenciamento e criar um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

Parte superior do formulário

 

sábado, 22 de janeiro de 2022

domingo, 9 de janeiro de 2022

O CONDE DE MONTE CRISTO

 



Uma história de Vingança.

Um clássico da literatura mundial. Emocionante revoltante e diz muito sobre a alma humana.

Faz nos lembrar da inveja e por que ela deve ser a maior falha de caráter humano. Desencadeando traições, suspeitas, esperança de tesouros fabulosos escondidos em lugares remotos.

Toda história é em torno de um  homem, que sofre injustiça é preso, pensa sempre em vingança, aprende muito e vive sua realidade, uma história de foco no objetivo.

Foi publicado em 1884, pelo escritor francês , um grande erudito, Alexandre Dumas especialista em nos trazer emoções diferente a cada momento do livro. Nossa imaginação é alimentada a ponto de tomarmos partido pelo sofrimento do protagonista.

Uma leitura empolgante , apesar de muitas paginas (quase 1600) nos envolve de início ao fim. boa leitura . Como toda grande livro ( os mais antigos , é verdade) é um passeio pela política , matemática, filosofia, ciência...sempre um convite para se aprofundar em alguns temas.




No vídeo toda trama , um amigo invejoso e um subordinado ,imediato do navio que não foi promovido a capitão somado a um ingenuidade que não permite enxergar as pessoas, ou o pior das pessoas. 

Fora enganado por Napoleão , por seu amigo e por seu subordinado... 


livro completo pdf


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segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

O andar do bêbado: Como o acaso determina nossas vidas

 


Não estamos preparados para lidar com o aleatório e, por isso, não percebemos o quanto o acaso interfere em nossas vidas. Leonard Mlodinow apresenta de forma divertida e curiosa as ferramentas necessárias para identificar os indícios do acaso. 

Como resultado, nos ajuda a fazer escolhas mais acertadas e a conviver melhor com fatores que não podemos controlar.


POR QUE O LIVRO TEM ESTE NOME?


" O título O andar do bêbado vem de uma analogia que descreve o movimento aleatório, como os trajetos seguidos por moléculas ao flutuarem pelo espaço, chocando-se incessantemente com suas moléculas irmãs. Isso pode servir como uma metáfora para a nossa vida, nosso caminho da faculdade para a carreira profissional, da vida de solteiro para a familiar, do primeiro ao último buraco de um campo de golfe. A surpresa é que também podemos empregar as ferramentas usadas na compreensão do andar do bêbado para entendermos os acontecimentos da vida diária. O objetivo deste livro é ilustrar o papel do acaso no mundo que nos cerca e mostrar de que modo podemos reconhecer sua atuação nas questões humanas. Espero que depois desta viagem pelo mundo da aleatoriedade, você, leitor, comece a ver a vida por um ângulo diferente, com uma compreensão mais profunda do mundo cotidiano. "


ANDAR DE BÊBADO.

Em 1814, perto do ápice do sucesso da física newtoniana, Pierre-Simon de Laplace escreveu: Se uma inteligência, em determinado instante, pudesse conhecer todas as forças que governam o mundo natural e as posições de cada ser que o compõem; se, além disso, essa inteligência fosse suficientemente grande para submeter essas informações a análise, teria como abranger em uma única fórmula os movimentos dos maiores corpos do universo e os dos menores átomos. Para essa inteligência, nada seria incerto, e o futuro, tanto quanto o passado, se faria presente diante de seus olhos. 1 Laplace estava expressando a doutrina do determinismo: a ideia de que o estado do mundo no momento presente determina precisamente a maneira como o futuro se desenrolará. Na vida cotidiana, o determinismo pressupõe um mundo no qual nossas qualidades pessoais e as propriedades de qualquer situação ou ambiente levam direta e inequivocamente a consequências precisas. Trata-se de um mundo ordenado, no qual tudo pode ser antecipado, computado, previsto. Porém, para que o sonho de Laplace possa se realizar, são necessárias diversas condições. Em primeiro lugar, as leis da natureza devem ditar um futuro definido, e devemos conhecer essas leis. Em segundo, devemos ter acesso a dados que descrevam completamente o sistema de interesse, de modo a impedir a ocorrência de influências imprevistas. Por fim, precisamos de suficiente inteligência ou capacidade computacional para conseguir decidir o que nos reserva o futuro, tendo em vista os dados do presente. Neste livro, examinamos muitos dos conceitos que nos ajudam a compreender os fenômenos aleatórios. Ao longo do caminho, adquirimos percepções sobre diversas situações específicas que se apresentam em nossas vidas. Ainda assim, resta-nos o quadro geral, a pergunta sobre o quanto a aleatoriedade contribui para a situação em que nos encontramos na vida, e com que precisão somos capazes de prever para onde nos dirigimos.

 Como escreveu o Prêmio Nobel Max Born, “o acaso é um conceito mais fundamental que a causalidade

Olhando pela lente da aleatoriedade.

Os seres humanos geralmente tentam descobrir qual é o padrão e, nesse processo, acabamos tendo um desempenho pior que o dos ratos. Há pessoas, porém, com certos tipos de sequelas cerebrais pós-cirúrgicas que impedem os hemisférios direito e esquerdo de se comunicarem um com o outro – uma condição conhecida como cérebro dividido. Se o experimento for realizado com esses pacientes de modo que eles só consigam ver a luz ou a carta colorida com o olho esquerdo e só possam utilizar a mão esquerda para sinalizar suas previsões, apenas o lado direito do cérebro é testado. Mas se for realizado de modo a envolver apenas o olho direito e a mão direita, será um experimento para o lado esquerdo do cérebro. Ao realizarem esses testes, os pesquisadores descobriram que – nos mesmos pacientes – o hemisfério direito sempre arriscava na cor mais frequente, e o esquerdo sempre tentava adivinhar o padrão.  A capacidade de tomar decisões e fazer avaliações sábias diante da incerteza é uma habilidade rara. Porém, como qualquer habilidade, pode ser aperfeiçoada com a experiência. Nas páginas que se seguem, examinarei o papel do acaso no mundo que nos cerca, as ideias desenvolvidas ao longo dos séculos para nos ajudar a entender esse papel e os fatores que tantas vezes nos levam pelo caminho errado. O filósofo e matemático britânico Bertrand Russell escreveu: Todos começamos com o “realismo ingênuo”, isto é, a doutrina de que as coisas são aquilo que parecem ser. Achamos que a grama é verde, que as pedras são duras e que a neve é fria. Mas a física nos assegura que o verdejar da grama, a dureza das pedras e a frieza da neve não são o verdejar da grama, a dureza das pedras e a frieza da neve que conhecemos em nossa experiência própria, e sim algo muito diferente. 

REGRESSÃO  A MÉDIA.

Como era possível? A resposta se encontra num fenômeno chamado regressão à média. Isto é, em qualquer série de eventos aleatórios, há uma grande probabilidade de que um acontecimento extraordinário seja seguido, em virtude puramente do acaso, por um acontecimento mais corriqueiro. Funciona assim: cada aprendiz possui uma certa habilidade pessoal para pilotar jatos de caça. A melhora em seu nível de habilidade envolve diversos fatores e requer ampla prática; portanto, embora sua habilidade esteja melhorando lentamente ao longo do treinamento, a variação não será perceptível de uma manobra para a seguinte. Qualquer desempenho especialmente bom ou ruim será, em sua maior parte, uma questão de sorte. Assim, se um piloto fizer um pouso excepcionalmente bom, bem acima de seu nível normal de performance, haverá uma boa chance de que, no dia seguinte, essa performance se aproxime mais da norma – ou seja, piore. E se o instrutor o tiver elogiado, ficará com a impressão de que o elogio não teve efeito positivo. Porém, se um piloto fizer um pouso excepcionalmente ruim – derrapar com o avião no fim da pista, entrando no tonel de sopa da lanchonete da base –, haverá uma boa chance de que, no dia seguinte, sua performance se aproxime mais da norma – ou seja, melhore. E se seu instrutor tiver o hábito de gritar “Seu jegue estabanado!” sempre que algum aluno tiver um desempenho ruim, ficará com a impressão de que a crítica teve efeito positivo. Dessa maneira surgiria um aparente padrão: aluno faz boa manobra, elogio tem efeito negativo; aluno faz manobra ruim, instrutor compara aluno a asinino em altos brados, aluno melhora. A partir de tais experiências, os instrutores concluíram que seus gritos constituíam uma eficaz ferramenta educacional. Na verdade, não faziam nenhuma diferença.

 



domingo, 8 de agosto de 2021

Arquipélago Gulag.




Um livro que deveria ser obrigatório sua leitura, não por força de pôder, mas pela lição e sobretudo por mostrar o que o homem é capaz de fazer com seu semelhante. No meu canal no youtube , faço um resumo deste livro e narro vários paralelos na história e porque outros campos de concentração é mais conhecido do que este. Ambos são terríveis, mas não se pode ocultar este fatos por nenhum motivo. 

Arquipélago de Gulag é uma obra de Alexander Soljenítsin  é sobre os campos de concentração da extinta União soviética ( Gulap)


Não é um livro fácil de ler, mas não se arrependerá, veja o resumo, veja o vídeo no meu canal ,compre o livro em qualquer livraria e alimente seu cérebro com boas informações. 

Resumo do Livro em Prezi 

domingo, 1 de agosto de 2021

TRABALHO FOCADO.


"O trabalho focado é a capacidade de se concentrar sem distração em uma tarefa cognitivamente exigente. É uma habilidade que lhe permite dominar rapidamente informações complicadas e produzir melhores resultados em menos tempo. O trabalho focado irá torná-lo melhor no que você faz e fornecer a sensação de realização verdadeira, como acontece no artesanato, por exemplo. Em suma, é como um super poder na economia cada vez mais competitiva do século XXI. E, ainda assim, a maioria das pessoas perdeu a habilidade de se aprofundar em algo — gastando seus dias em um borrão frenético de e-mails e redes sociais, sem perceber que existe uma maneira melhor.

Em Trabalho Focado, o autor e professor Cal Newport discorre sobre o impacto da era digital. Em vez de argumentar que a distração é ruim, ele celebra o poder do seu oposto. Dividindo este livro em duas partes, ele primeiro argumenta que em quase todas as profissões, cultivar uma profunda ética de trabalho produz benefícios enormes. E então apresenta um rigoroso regime de treinamento, composto de uma série de quatro “regras”, que leva sua mente e hábitos a apoiar essa habilidade."

Se adicionarmos a ATENÇÃO PLENA, e busca da realidade de outros autores, verificamos que a bussola esta correta quando aponta para um super poder.

Abaixo o link do resumo do livro em prezi.

RESUMO DO LIVRO EM PREZI.

leia o resumo, compre o livro e boa Leitura.

atenciosamente .

Marcos Rogério.  

terça-feira, 20 de abril de 2021

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

MANUAL DO CEO.




1. POR Q UE LER ESTE LIVRO?

Você não precisa saber tudo.Não é necessário ter experiência.Perguntas, não respostas Modelos mentais, não métodos.Meu MBA “pessoal”.Um curso intensivo e autodirigido de negócios O trigo e o joio,O Personal MBA se globaliza.Os modelos mentais de Munger.Ligando os pontos Para os céticos,Será que você deveria frequentar uma escola de negócios?Pule a escola de negócios. Instrua a si mesmo.Os três grandes problemas das escolas de negócios.Ilusões de grandeza O seu dinheiro e a sua vida.Analisando os custos e os benefícios,O que você de fato conseguirá com um MBA. De onde vieram as escolas de negócios.Em busca da distribuição.Brincando com fogo Nenhuma razão para mudar..O único benefício das escolas de negócios.Mergulhando no trabalho para se desatolar da dívida.Um jeito melhor de fazer as coisas. O que você aprenderá com este livro

CAMINHADAS PELO GEMBA WALKS

 



A obra de Jim Womack apresenta seus insights sobre assuntos que vão desde o uso correto de ferramentas específicas, o papel da liderança nas transformações lean, até o papel da gestão em sustentar e melhorar continuamente as empresas lean. O livro revela aos leitores uma extensão de princípios lean e traz suas práticas fundamentais “vá ver, pergunte por quê, demonstre respeito”.

Em “Caminhadas pelo Gemba - Gemba Walks”, um dos pioneiros em trazer a empresa lean para o mundo compartilha uma década de aprendizado que causará uma profunda repercussão tanto para a Comunidade Lean como para qualquer pessoa que esteja seriamente engajada em aprimorar qualquer atividade que cria valor.

RESUMO DO LIVRO EM PREZI

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

domingo, 2 de agosto de 2020

LIVRO ARMAS, GERMES E AÇO.





Neste livro, Jared reúne um cruzamento de descobertas conjugando arqueologia e epidemiologia com história e geografia. Para o autor, é óbvio que fatores ambientais e geográficos moldaram o mundo moderno. Com isso esclarece como e porque as sociedades humanas dos diferentes continentes seguiram caminhos de desenvolvimento diversos e explora as razões da dominação e submissão. ´Armas, Germes e Aço´ derruba teorias racistas e mostra que a superioridade da Europa e da Ásia se deve às suas respectivas geografias, mais propícias ao cultivo da terra, à domesticação de animais e ao trânsito de informações. O livro mostra, ainda, como a história e a biologia podem dar suporte uma à outra para produzir um profundo entendimento da condição humana.





O Coach De Um Trilhão Dólares







Bill Campbell foi o maior coach do mundo. Seu trabalho gerou um trilhão de dólares em valor de mercado – na verdade, é pouco. Ele trabalhou ao lado de Steve Jobs para salvar a Apple da falência. Ajudou Eric Schmidt, Larry Page e Sergey Brin a construírem o Google. As duas empresas sozinhas passam da marca de um trilhão, e Bill ainda orientou todos os grandes líderes e as melhores equipes do Vale do Silício.


De suas posições de diretores do Google, Eric Schmidt, Jonathan Rosenberg e Alan Eagle viram como Bill desenvolvia relacionamentos de confiança, estimulava o crescimento pessoal, infundia coragem, enfatizava a excelência operacional e identificava tensões que inevitavelmente surgem em ambientes ágeis. Baseado em entrevistas com mais de oitenta pessoas que conheciam Bill Campbell, os três escreveram O coach de um trilhão de dólares. Aqui, você encontrará as lições que levaram empresas como YouTube e Facebook ao sucesso.



Aprenda os princípios essenciais que todo gestor, líder e executivo deve saber. E, nas palavras de Bill, “não faça merda”.









quarta-feira, 22 de julho de 2020

domingo, 12 de julho de 2020

sexta-feira, 3 de julho de 2020

PONTO DE INFLEXÃO.



Um livro que vai te ajudar a fazer seu próprio caminho.
“Vou dispensar o aprofundamento nas equações que geram um Ponto de Inflexão, mas vou apenas me apropriar deste conceito para descrever momentos de nossa vida em que nossas decisões vão determinar para que direção seguiremos e que bônus ou ônus assumiremos.

Em outras palavras, tomamos milhares de decisões diariamente. Porém, algumas delas não são decisões corriqueiras. São decisões especiais. Decisões que têm o poder de mudar o rumo do roteiro de nossa vida. A elas eu dou o nome de Ponto de Inflexão. É um conceito da matemática, mas que usaremos para ilustrar perfeitamente os momentos de nossa vida que podem tomar direções opostas a depender de nossas escolhas.”



quarta-feira, 3 de junho de 2020

NAPOLEÃO UMA BIOGRAFIA.


Livro composta por 7 capítulos e o testamento de Napoleão. Também há um link com documentário da história de Napoleão.


Apresentação I.

Napoleão de Buonaparte.

  • Situação na Córsega
  • Tempo de escola Militar de Brienne
  •  Batalhas de neve Paris
  • Temporada em Valence
  • Rompimento com Paoli Ça ira!
  • A tomada de Toulon  em 1793 



I  NAPOLEÃO DE BUONAPARTE

No dia 5 de agosto de 1769 nasceu em Ajaccio, na Córsega, uma criança que recebeu dos pais o nome  Buonaparte, e dos céus  o de Napoleão. 

Os primeiros dias de sua mocidade correram em meio àquela agitação febril que se segue às revoluções: a Córsega, que há meio século sonhava com a independência, acabava de ser conquistada pela metade, vendida pela metade,e só escapara ao jugo de Gênova para cair sob o  poder da França. Paoli, vencido em Ponte Nuovo, buscava asilo na Inglaterra, onde o poeta e dramaturgo Alfieri lhe dedicara seu Timoleonte. O ar respirado pelo recém-nascido ainda estava quente dos ódios civis,e o sino que saudou seu batismo, ainda trêmulo dos repiques  de alarme.


II  O GENERAL BONAPARTE.

       Bonaparte, fora nomeado general de artilharia no exército de Nice como recompensa pelos serviços prestados à República na tomada de Toulon. Foi ali que conheces Augustin Robespiere- irmão mais novo do célebre Maximilien representante do povo naquele exército. Chamado a Paris, pouco antes do 9 termidor, Augustin fez tudo ao seu alcance para o jovem general acompanhá-lo, prometendo-lhe a proteção direta do irmão. Mas Bonaparte recusou repetidamente: ainda não chegara o tempo em que teria de tomar partido. 

III  BONAPARTE PRIMEIRO-CÔNSUL

A primeira tarefa de Bonaparte ao chegar a plena magistratura de um estado ainda sangrando em função da guerra civil e externa, e esgotado por suas própria vitórias- tentar estabelecer a paz sobre bases sólidas. Portanto, no 5 nivósio do ano VIII da República, deixando de lado as formas diplomáticas com as quais os soberanos frequentemente encobrem seu pensamento, escreveu de punho próprio ao rei Jorge III para lhe propor uma aliança entre a França e a Inglaterra. O rei permaneceu calado. William Pitt se encarregou de responder. Isso significa dizer que a aliança fora recusada.

Bonaparte, repelido por Jorge III, voltou-se para o czar Paulo 1. Conhecendo o caráter cavalheiresco desse governante, julgou que convinha ser com ele um cavalheiro. Reuniu no interior da França as tropas russas aprisionadas na Holanda e na Suíça, vestiu-as com novos uniformes e devolveu-as
á sua pátria sem exigir resgate ou contrapartida. Bonaparte não se enganara ao contar com esse procedimento para desarmar Paulo 1. Este, ao saber da cortesia do primeiro-cônsul, retirou as tropas que ainda mantinha na Alemanha e declarou não fazer mais parte da coalizão.

IV  NAPOLEÃO IMPERADOR.

Os últimos momentos do Consulado tinham sido empregados para abrir os caminhos do trono por meio de suplício ou misericórdia. Uma vez alcançado o Império, Napoleão tratou de organizá-lo. 

Desaparecida a nobreza feudal, criou uma nobreza popular; como as diferentes ordens de cavalaria haviam caído no descrédito, instituiu a Legião de Honra; se há doze anos a mais alta distinção militar era o generalato, Napoleão criou doze marechais. Esses doze marechais eram os companheiros de suas fadigas tinham a ver com a nomeação. Possuíam todos por pai o destemor, e por mãe a vitória. 

Os doze eleitos eram Berthier, Murat, Moncey, Jourdan, Masséna, Augereau, Bernadotte, Soult, Brune, Lannes, Mortier, Ney, Davout, Kellermann, Lefèvre, Pérignon e Serrurier.

 Depois de um intervalo de trinta e nove anos, três ainda viveriam para presenciar o arrebol da República e o ocaso do Império. O primeiro é, no momento em que escrevemos estas linhas, governador do Hotel dos Inválidos; o segundo, presidente do Conselho de Ministros; e o terceiro, rei da Suécia. Solitários e derradeiros destroços da plêiade imperial, os dois primeiros mantiveram sua estatura, o terceiro cresceu ainda mais.

Em 2 de dezembro de 1804, realizou-se a sagração na igreja de Notre-Dame. O papa Pio VII viera expressamente de Roma para colocar a coroa sobre a cabeça do novo imperador.

Batalha de Austerlitz.

A vitória de Austerlitz foi para o Império o que a de Marengo fora para o Consulado: a sanção do passado, o potencial do futuro. O rei Ferdinando de Nápoles, ao violar, durante a última guerra, o tratado de paz com a França, foi declarado destituído do trono das Duas Sicilias, que José Bonaparte recebeu em seu lugar. A República Batava, erigida em reino, foi entregue a Luís Bonaparte. Murat recebeu o grão-ducado de Berg. O marechal Berthier foi feito príncipe de Neuchâtel, e Talleyrand, príncipe de Bénévent. A Dalmácia, a Ístria, o Friuli, Cadore, Conegliano, Belluno, Treviso, Feltre, Bassano, Vicenza, Pádia e Rovigo tornaram-se ducados. O grande Império com seus reinos secundários, seus feudo sua confederação do Reno e sua mediação suíça - foi esculpido em menos dois anos que o de Carlos Magno.

Não era um cetro que Napoleão tinha em sua mão, era um globo. A paz de Pressburg durou cerca de um ano. Nesse intervalo, Napoleão fundou a Universidade Imperial e promulgou o conjunto do Código Civil. 

Motivo de D,João VI vir pro Brasil.

Com o decreto de Berlim sobre o bloco continental, a Inglaterra fora colocada à margem da Europa. Nos mares do Norte, na Rússia, na Dinamarca, no Oceano e no Mediterrâneo, a França, a Holanda e a Espanha lhe haviam fechado os portos, comprometendo-se a não manter nenhum comércio com ela. Restavam então, apenas, Suécia e Portugal. 

Napoleão decidiu assim, por um decreto, datado de 27 de outubro de 1807, que a Casa de Bragança cessara de reinar, e Alexandre, em 27 de setembro de 1808, comprometeu-se a marchar contra Gustavo .

Um mês depois os franceses estavam em Lisboa. A invasão de Portugal era apenas uma escala na conquista da Espanha, onde reinava Carlos IV, atacado por dois poderes opostos, o favorito Godoy e o príncipe das Astúrias, Fernando. Ofuscado pelo armamento agressivo exibido por Godoy no momento da guerra da Prússia, Napoleão apenas passara os olhos pela Espanha, num relance rápido e distraído, mas que lhe bastara porém para ali enxergar um trono a ser conquistado. Assim, mal tomou
Portugal, suas tropas penetraram na Península, e, sob pretexto de guerra marítima e bloqueio, ocuparam primeiro o litoral, depois as principais praças, formando em seguida em torno de Madri um anel que só tinham que apertar para em três dias serem soberanas da capital.

Após chegar em Moscou...

Mas o inverno chegara, inverno que não mais aconselhava, mas sim ordenava. Nos dias 15, 16, 17 e 18 de outubro, os doentes foram evacuados para Mojaisk e Smolensk. Em 22, Napoleão saía de Moscou, e no dia seguinte o Kremlin ia pelos ares. Durante onze dias, a retirada operou-se sem grandes desastres, quando, de repente, em 7 de novembro, o termômetro desceu de 5 graus positivos para 18 negativos. E o vigésimo nono boletim, datado do dia 14, levava a Paris a notícia de desastres até então impensáveis, em que os franceses não acreditariam se lhes fossem relatados pelo próprio imperador.

A contar desse dia, foi um desastre equivalente a nossas maiores vitórias. Era Cambises envolvido nas areias de Amon, era Xerxes atravessando o Helesponto de volta numa barca, era Varrão regressando a Roma com o que sobrara do exército de Cannes. Daqueles setenta mil cavaleiros que tinham atravessado o Niemen, mal se podiam formar quatro companhias de cento e cinquenta homens cada para servir de escolta a Napoleão. Era o batalhão sagrado: os oficiais ali assumiam a patente de simples soldados, os coronéis eram suboficiais, os generais, capitães. Havia um marechal como coronel, um rei como general. E o tesouro que lhe era confiado, o paládio que ele defendia, era nada menos que um imperador. 

Napoleão se ergue.

Em 5 de dezembro, enquanto as sobras do exército agonizavam em Vilna, Napoleão, a instâncias do rei de Nápoles, do vice-rei da Itália e de seus principais capitães, partiu em trenó de Smorgoni rumo à França. O frio atingira vinte e sete graus abaixo de zero.

Na noite do dia 18 Napoleão apresentava-se numa caleche avariada às portas das Tulherias, cujas portas a princípio .negaram-se a lhe abrir. Todos ainda o julgavam em Vilna.

Dois dias depois, os grandes corpos do Estado vieram saudá-lo por sua chegada. Em 12 de fevereiro de 1813, um senatus consultus pôs à disposição do ministro da Guerra trezentos e cinquenta mil alistados. Em 10 de março, chegava a informação da defecção da Prússia. 

Durante quatro meses a França inteira foi uma praça de armas. Em 15 de abril, Napoleão deixava novamente Paris, à frente de tođas as suas jovens legiões. Em 1° de maio estava em Lutzen, pronto para atacar o exército combinado, russo e prussiano, com duzentos e cinquenta mil homens, dos quais duzentos mil pertenciam à França e cinquenta mil eram saxões, bávaros, westfalianos, wurttemburgueses e do grão- ducado de Berg. Considerado abatido, o gigante se reerguera, Anteu tocara o solo.  

A perda do Império.

O Império fora invadido por todos os lados. Os austríacòs avançavam na Itália; os ingleses tinham atravessado o Bidassoa e apareceram no alto dos Pireneus; Schwarzenberg, com o grande exército composto por cento e cinquenta mil homens, surgia na Suíça; Blucher entrara em Frankfurt com centro e trinta mil prussianos; Bernadotte invadira a Holanda e penetrara na Bélgica com dez mil suecos e saxões. Setecentos mil homens formados, por suas próprias derrotas, na grande escola napoleônica da guerra avançavam rumo ao coração da França, deixando para trás todas as praças fortes e respondendo uns aos outros com um só grito: "Paris! Paris!"

Napoleão viu-se sozinho contra o mundo inteiro. Mal contava com cento e cinquenta mil homens para opor àqueles imensos contingentes. Recuperou porém, se não a confiança, pelo menos o gênio de seus verdes anos: a campanha de 1814 seria sua obra-prima estratégica.
De um relance enxergou tudo, abraçou tudo e, fazendo o possível ao alcance do poder de um homem, preparou-se para tudo. ... 

 V  NAPOLEÃO NA  ILHA  DE  ELBA

Napoleão era rei da ilha de Elba. 

Ao perder o império do mundo, quis, a princípio, conservar apenas sua desgraça. Um pequeno escudo
por dia e um cavalo – dissera -, eis tudo de que preciso.

Assim, por insistência daqueles que o cercavam, quando podia ter tomado a Itália, a Toscana ou a Córsega, lançou os olhos para esse pequeno canto de terra onde o reencontramos.

Porém, mesmo ao desprezar seus interesses, debatera por muito tempo os direitos daqueles que o acompanharam. Entre eles, em primeiro lugar os generais Bertrand e Drouot, um, grão-marechal do palácio, o outro, ajudante de campo do imperador; depois, o barão Jermanóvski, major dos lanceiros poloneses, o cavaleiro Malet, os capitães de artilharia Cornuel e Raoul, os capitães de infantaria Loubers, Lamourette, Hureau e Combi; finalmente, os capitães de lanceiros poloneses Balinski e Schultz.

Esses oficiais comandavam quatrocentos homens, escolhidos entre os granadeiros e os caçadores-pedestres da velha guarda, que tinham obtido permissão para acompanhar seu ex-imperador no exílio. Em caso de retorno à França, Napoleão estipulara a manutenção de seus direitos de cidadãos.

VI   OS CEM DIAS.

Napoleão se recupera perde sua ultima batalha e vai para ilha de Santa Helena.

No dia 1° de março, às três horas, a flotilha fundeou o golfo Juan. Às cinco, Napoleão pôs os pés em terra, e o acampamento foi montado num bosque de oliveiras, onde ainda hoje exibe-se aquela sob a qual se sentou o imperador. Vinte e cinco granadeiros e um oficial da guarda foram imediatamente enviados a Antibes para tentar anexar a guarnição local.

Porém, arrebatados pelo entusiasmo, entraram na cidade gritando: “Viva o imperador!"
Como o desembarque de Napoleão ainda era ignorado, foram tomados por loucos. O comandante mandou levantar a ponte, e os vinte e cinco bravos foram feitos prisioneiros.

Fracassada a iniciativa, alguns oficiais sugeriram a Napoleão que marchassem sobre Antibes e a tomassem a força a fim de prevenir o efeito nefasto que a resistência dessa praça pudesse produzir na opinião pública. Napoleão respondeu que era sobre Paris que cabia marchar e, juntando ação às palavras, levantou acampamento quando a Lua despontou. O pequeno exército chegou a Cannes no meio da noite, atravessou Grasse por volta das seis da manhã e fez alto sobre uma colina que domina a cidade. Mal se estabeleceu ali. Napoleão foi cercado pela população dos arredores, onde o rumor de seu milagroso desembarque já se espalhara. Recebeu-a como teria feito nas Tulherias: ouvindo as queixas, acolhendo as petições, prometendo fazer justiça. 

No dia 10, depois de ter redigido três decretos que anunciavam o retorno do poder imperial às suas mãos, pôs-se novamente a caminho e dormiu em Bourgoin. A multidão e o entusiasmo iam crescendo. Dir-se-ia que a França inteira o acompanhava e avançava com ele para a capital.

Na estrada de Bourgoin para Lyon, Napoleão foi informado de que o duque de Orléans, o conde de Artois e o marechal Macdonald, pretendiam defender a cidade e iriam derrubar a ponte Morand e a ponte da Guillotière. Riu dessas disposições, nas quais não acreditava,pois conhecia o patriotismo dos lioneses. Ordenou então ao 4° regimento de hussardos que fizesse um reconhecimento até a Guillotière. O regimento foi recebido aos gritos de "Viva o imperador!", saudações que chegaram até Napoleão, que seguia a tropa a uma distância de aproximadamente um quilômetro. Pôs seu cavalo a galope e chegou sozinho, apostando no momento em que menos o esperavam, no meio da população, que passou da exaltação à loucura diante de sua presença.

Chegou à noite, como em Grenoble, como em Lyon, ao cabo de uma longa jornada e à frente das tropas que protegiam os arredores da cidade. Se quisesse, poderia ter entrado ali com dois milhões de homens. As oito e meia penetrou no pátio das Tulherias. Ali, foi ovacionado como em Grenoble:

mil braços se estenderam, pegaram-no, carregaram-no com gritos e num delírio indescritível. A multidão era tamanha que não houve meios de dominá-la. Era uma correnteza que devia seguir seu curso. Napoleão conseguiu apenas dizer estas palavras: Meus amigos,vocês estão me sufocando!

Voltando a Guerrear.

Napoleão examinava sua posição, estudando-a. Dois caminhos abriam-se à sua frente:

  • tentar tudo pela paz, preparando-se para a guerra; 
  • começar a guerra por um desses movimentos imprevistos, por um desses raios repentinos, que tinham feito dele o Júpiter da Europa.
Ambas as alternativas apresentavam inconvenientes. Tentar tudo pela paz era dar para os aliados se recomporem. Eles contariam os seus soldados e os nossos e teriam tantos exércitos quantas divisões tínhamos: estaríamos a um contra cinco. E daí? Já vencêramos algumas vezes assim.

Começar a guerra era dar razão aos que diziam que Napoleão não queria a paz. Depois, o imperador só dispunha de quarenta mil homens. Era o bastante, é verdade, para reconquistar a Bélgica e entrar em Bruxelas, porém, uma vez em Bruxelas, ele se veria fechado num anel de praças-fortes que teriam de ser tomadas uma depois da outra, e Maestricht, Luxemburgo e Antuérpia não eram acampamentos que se atacavam com um mero tabefe. Aliás, a Vendeia hesitava, o duque de Angoulême marchara sobre Lyon, e os marselheses sobre Grenoble. Cumpria dominar aquela inflamação intestina que atormentava a França a fim de que ela se apresentasse perante o inimigo em todo o seu poderio e força.

Napoleão decidiu-se pela primeira alternativa. A paz, que recusara a Châtillon em 1814, depois da invasão da França, poderia ser aceita em 1815, depois do regresso da ilha de Elba. E possível parar ao subir, nunca ao descer.

Napoleão envia um carta propondo paz.Essa carta, que propunha uma paz cujo resultado seria o respeito mais absoluto pela independência das outras nações, encontrou os soberanos aliados em vias de partilhar a Europa. Nesse grande tráfico de brancos, nessa hasta pública das almas, a Rússia ficaria
com o grão-ducado de Varsóvia; a Prússia devoraria uma parte do reino da Saxônia, uma parte da Polônia, da Westfália, da Francônia e, como uma imensa serpente cuja cauda tocava em Memel, esperava esticar sua cabeça, seguindo a margem esquerda do Reno até Thionville; a Áustria reclamava a Itália tal como era antes do tratado de Campoformio, bem como tudo o que a águia bicéfala deixara escapar de suas garras depois dos sucessivos tratados de Lunéville, de Pressburg e de Viena; o Stathouder da Holanda, promovido à patente de rei, pedia que se confirmasse a anexação de seus Estados hereditários, da Bélgica, da região de Liège e do ducado de Luxemburgo; enfim, o rei da Sardenha reivindicava a reunião de Gênova a seu Estado continental, de onde estava ausente há quinze anos. Cada grande potência queria, como um leão de mármore, manter sob suas garras, em lugar de um adorno arquitetônico, um pequeno reino. A Rússia teria a Polônia, a Prússia teria a Saxônia, a Espanha teria Portugal, a Áustria teria a Itália. Quanto à Inglaterra, que financiava todas essas revoluções, teria dois reinos, em vez de um: a Holanda e Hanover.

Napoleão perde sua ultima batalha e negocia anistia e fica preso em Santa  Helena.


Napoleão tentava em vão interromper a desordem. Ao lançar-se no meio da confusão,encontrara um regimento da guarda e duas baterias de reserva atrás de Planchenoit e tentou agrupar os fugitivos. 

Infelizmente, a noite impediu que fosse visto, o tumulto, que fosse ouvido. Desceu então do cavalo e investiu, espada na mão, no meio de um quadrado. Jerônimo o seguiu, dizendo:
Você tem razão, irmão, aqui deve cair tudo o que leva o nome de Bonaparte.

Mas logo foi detido por seus generais e oficiais de estado-maior, rechaçado por seus granadeiros, que decerto queriam morrer, mas não que seu imperador morresse com eles.

Colocaram-no de novo sobre o cavalo, um oficial pegou a rédea e arrastou-o a galope. Passou assim no meio dos prussianos, que o perseguiram ao longo de aproximadamente dois quilômetros. Balas ou projéteis não o quiseram. Finalmente chegou a Jemmapes e parou por um instante a fim de renovar suas tentativas de reagrupamento, que a confusão, a debandada geral, a aglomeração e, mais que tudo, a perseguição feroz dos prussianos ainda impediam. Logo, convencido de que, depois de Moscou, tudo terminara pela segunda vez, e que apenas de Paris poderia reunir o exército e salvar a França.
 Estaria aborrecido por não conseguir dormir ou sofrendo por ter perdido o mundo?

No dia 22, a Câmara dos Pares e a Câmara dos Deputados declararam-se em sessão permanente e proclamaram traidor da pátria aquele que pretendesse suspendê-las ou dissolvê-las.

No mesmo dia Napoleão abdicava em favor de seu filho.

Em 8 de julho, Luís XVIII voltava a Paris. No dia 14, Napoleão, depois de ter recusado a oferta do capitão Baudin, hoje vice-almirante, que lhe propôs escoltá-lo para os Estados Unidos, passou para bordo do Bellérophon, comandado pelo capitão Maitland, e escreveu ao príncipe regente da Inglaterra:

Alteza real,
Diante das facções que dividem meu país e à inimizade das grandes potências da Europa, consumei minha carreira política. Venho, como Temístocles, pedir asilo ao povo britânico. Coloco-me sob a proteção de suas leis, as quais reivindico de Vossa Alteza real, como o mais poderoso, o mais constante, o mais generoso de meus inimigos.

Napoleão

Dois dias depois, o Bellérophon desfraldava suas velas em direção à Inglaterra. No dia 24, fundeou em Torbay, onde Napoleão soube que o general Gourgaud, portador de sua carta, não conseguira se comunicar com terra e tinha sido forçado a desistir de sua missão.

Na noite do dia 26, o Bellérophon entrava na baía de Plymouth. Ali, espalharam-se os primeiros rumores da deportação para Santa Helena:

Napoleão não quis acreditar.
No dia 30, um comissário transmitiu a Napoleão o desígnio relativo à sua deportação para Santa Helena. Indignado, Napoleão pegou da pena e escreveu: 

Protesto aqui solenemente, perante o céu e os homens, contra a violência de que fui vítima, contra a ofensa de meus direitos mais sagrados, ao disporem pela força de minha pessoa e minha liberdade. Vim livremente para bordo do Bellérophon. Não sou prisioneiro, sou hóspede da Inglaterra. Vim para cá por instigação do próprio capitão, que disse ter ordens do governo para me receber e conduzir à Inglaterra com o meu séquito, se porventura isso me fosse agradável.

Apresentei-me de boa-fé, vindo colocar-me sob a proteção das leis inglesas. Instalado a bordo do Bellérophon, esperava encontrar-me no lar do povo britânico. Se o governo, ao dar ordens ao capitão do Bellérophon para me receber, assim como a meu séquito, quis apenas lançar uma armadilha, infringiu a honra e manchou seu pavilhão.

Se tal ato se consumar, será em vão que os ingleses doravante falarão de sua lealdade, de suas leis e de sua liberdade. A fé britânica se verá perdida na hospitalidade do Bellérophon.

Apelo à história ela dirá que um inimigo, que guerreou por muito tempo o povo inglês, veio livremente, em seu infortúnio, buscar asilo sob suas leis. Que maior prova podia dar-lhe de sua estima e confiança? Mas como se responde, na Inglaterra, a tal magnanimidade? Finge-se estender uma mão hospitaleira a esse inimigo, e, depois que ele se entrega de boa-fé, é imolado!

NAPOLEÃO,
a bordo do Bellérophon, ao mar 



VII NAPOLEÃO EM  SANTA HELENA.

 O imperador dormiu aquela mesma noite num albergue, onde se sentiu muito mal. No dia seguinte, às seis da manhã, partiu a cavalo, com o grão-marechal Bertrand e o almirante Keith, para Longwood, casa que este último requisitara para sua residência como a mais confortável da ilha. Ao voltar, o imperador deteve-se no pequeno pavilhão anexo a uma casa de campo pertencente a um negociante da ilha chamado Balcombe. Seria seu alojamento temporário, onde permaneceria até que Longwood estivesse em condições de recebê-lo. Tinha se sentido tão mal na véspera que, embora o pavilhão estivesse praticamente desguarnecido, não quis voltar à cidade.

À noite, quando foi se deitar, Napoleão percebeu que uma janela sem vidraças, persianas ou cortinas dava para sua cama. O sr. de Las Cases e seu filho vedaram-na o melhor que puderam e foram para a mansarda, onde se deitaram cada qual sobre um colchão. Os camaristas, envolvidos em seus casacos, deitaram-se atravessados na porta. No dia seguinte, Napoleão almoçou sem toalha de mesa nem guardanapo o que sobrara do jantar da véspera. Isso tudo não passava do prelúdio da miséria e das privações que o aguardavam em Longwood.

Finalmente, no domingo 10 de dezembro, o almirante mandou avisar a Napoleão que sua casa de Longwood estava pronta. No mesmo dia o imperador para lá se dirigiu a cavalo. O objeto que lhe propiciou mais prazer, em seu novo mobiliário, foi uma banheira em madeira, que o almirante conseguira mandar executar, de acordo com disposições dele próprio, por um carpinteiro da cidade. 

Uma banheira era um utensílio desconhecido em Long-wood. No mesmo dia Napoleão serviu-se dela. No dia seguinte, o serviço do imperador começou a se organizar. Dividia-se em três séries quarto, libré e refeições - Quanto ao cerimonial, tudo foi organizado como na ilha de Elba: o grão-marechal Bertrand conservou o comando e a vigilância geral, Montholon foi encarregado dos detalhes domésticos, o general Gourgaud teve a direção da estrebaria, e Las Cases cuidava da administração interna.

Quanto à divisão do dia, era praticamente a mesma que em Briars. Às dez horas o imperador tomava o café da manhã em seu quarto sobre uma mesa pé de galo, enquanto o grão-marechal e seus companheiros comiam numa mesa de serviço, para onde tinham a liberdade de fazer convites particulares. Como não havia hora fixa para o passeio, e o calor era muito forte durante o dia, a umidade constante e intensa à noite.


O FIM.

Vou morrer. Vocês vão regressar à Europa. Devo-lhes alguns conselhos sobre a conduta que deverão adotar. Vocês partilharam meu exílio, serão fiéis à minha memória, não farão nada que a possa ferir. 

Eu sancionei todos os princípios, infundi-os em minhas leis, em meus atos. Não há um único que eu não tenha consagrado. Infelizmente, as circunstâncias eram graves. Fui obrigado a usar de severidade, a reprovar. Os reveses chegaram, não consegui evitá-los, e a França ficou privada das instituições liberais que lhe destinei. Ela me julga com indulgência, sabe de minhas intenções, zela pelo meu nome, minhas vitórias: imitena. Sejam fiéis às opiniões que defenderam, à glória que conquistamos. Afora isso, restam apenas apenas vergonha e confusão...

No dia 5 pela manhã, a doença chegou ao ápice. A vida no enfermo era uma mera vegetação ofegante e dorida. A respiração tornava-se cada vez mais insensível. Os olhos, abertos em toda sua grandeza, estavam fixos e átonos. Algumas palavras vagas, última ebulição de um cérebro em delírio, vinham de tempos em tempos morrer em seus lábios. As últimas palavras que se ouviram foram "cabeça" e "exército". Quando a voz se extinguiu, toda inteligência pareceu morta, e o próprio doutor acreditou que o princípio da vida se apagara. Entretanto, por volta das oito, o pulso subiu, a mola mortal que fechava a boca do moribundo pareceu se distender e alguns suspiros profundos exalaram de seu peito. Às dez e meia o pulso estava parado. Alguns minutos depois das onze o imperador deixara de viver.